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Mês: junho 2020 Page 1 of 2

CRÔNICAS CURTAS – Prefeito Vettorato se explica – Vereador denuncia irregularidades de presidente da Câmara

Versões do prefeito

Por duas ou três vezes a coluna reportou o caso adubo, envolvendo o chefe do Poder Executivo de São Valério do Sul, e desde o início foi tentado contato com o prefeito para que desse a sua versão sobre o caso, mas não obtivemos retorno. Na quarta-feira da semana passada (17), finalmente o prefeito Vettorato se manifestou e enviou à coluna, em áudio via WhatsApp, suas explanações, que foi cuidadosamente degravado e formatado em texto para serem publicadas na edição daquela semana, o que acabou não acontecendo, “por orientação da direção do jornal”. Contudo, com o devido zelo ao princípio isonômico que norteia nosso trabalho, estamos inserindo na presente edição, nesta página, as versões do prefeito Vettorato. Eis o que ele disse:

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“FIZ PARA PROTEGER O PRESIDENTE”

Em entrevista exclusiva, advogado diz que escondeu Fabrício Queiroz ao descobrir que havia uma trama para matar o ex-policial e responsabilizar Bolsonaro pelo crime.

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Filhocracia envenena a Presidência de Bolsonaro

Há um provérbio francês que diz que “um pai é um banqueiro concedido pela natureza.” Jair Bolsonaro, como pai, terceirizou a tarefa de banqueiro ao Estado. Transformou os filhos numa bancada parlamentar e virou líder de uma organização familiar. Houve um tempo em que os interessados em política precisavam saber o nome das principais lideranças. Quando os políticos começaram a ir para a cadeia, foi necessário aprender a composição do Supremo, tendo o cuidado de distinguir as togas que prendem daquelas que abrem as celas. Agora, exige-se do brasileiro que aprenda os nomes dos filhos do presidente da República.

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Prefeito Vladimir Antônio Vettorato, de São Valério do Sul, dá sua versão sobre o caso do adubo e da empresa Mauá

Suspeitas de improbidade administrativa envolvendo o prefeito Vladimir Vettorato, de São Valério do Sul, são assuntos polêmicos e temas de debates e discussões na Câmara de Vereadores e na comunidade, com encaminhamento ao órgão do Ministério Público. O prefeito é tido como suspeito de desviar, em proveito próprio, parte de 77 toneladas de adubo que seria destinado aos agricultores familiares indígenas do município e de ter usado dependências públicas (Parque Municipal de Eventos) para depositar esse adubo. Também, o fato de a empresa Ferramentas Mauá, em nome da esposa do prefeito, estar instalada, indevidamente, em um prédio público, do município, sem nenhuma autorização ou formalidade legal.

Nesta quarta-feira (17), o prefeito Vettorato procurou o blog para dar sua versão sobre os citados casos.

ADUBO

Com relação a polêmica do adubo, não tem nada de errado, a não ser o erro de eu ter depositado um material meu lá também (no Parque de Eventos). E quando fomos recolher, é que eu soube que o adubo dos índios tinha sido colocado lá, e aí um pessoal, tentando explorar politicamente aquilo, fez toda aquela encenação. No momento fiquei um pouco constrangido, chamaram polícia para me prender, apreender o material, mas a gente mostrou documento, notas fiscais. Eu não tinha espaço lá no meu (galpão), eu tinha comprado um outro volume muito grande de adubo, vinha a colheita, precisava armazenar semente, estava com pouco espaço, mas, foi provisório, por poucos dias.

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CRÔNICAS CURTAS – Apoiadores do prefeito promovem baderna em frente a Câmara e forçam o encerramento da sessão, em São Valério do Sul – Em C. Bicaco presidente da Câmara é acusado de improbidade administrativa

O cúmulo do desrespeito

Em São Valério do Sul, na noite de segunda-feira (15), a sessão ordinária da Câmara de vereadores foi interrompida por um grupo de badernistas de aproximadamente 15 indivíduos, entre índios e brancos, defensores do prefeito Vladimir Vettorato (PT), formado por funcionários detentores de cargo de confiança (CC) na Prefeitura, e outros das relações mais próximas do prefeito. Eles estavam prestando apoio ao prefeito que fora convidado a ir à Câmara dar explicações sobre o caso adubo. Postados do lado de fora, junto ao prédio, eles gritavam palavras ofensivas e ameaçadoras contra o presidente da Câmara, Egon Ludwig. O prefeito saiu da Câmara e permaneceu do lado de fora, junto aos exaltados, que intensificaram ainda mais as ameaças e ofensas dirigidas ao presidente e demais vereadores da oposição. Na iminência de uma invasão violenta, o presidente encerrou a sessão e trancou a porta. Aí houve tentativa de arrombar a porta, forçando-a. A baderna foi a tal ponto que o presidente precisou proteção policial para se deslocar à sua residência. Consta que no grupo de arruaceiros havia pelo menos dois deles portando arma de fogo, mas não foram desarmados.

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Por que a Ucrânia, onde Sara Winter diz ter sido treinada, fascina os bolsonaristas?

Ativista presa e muitos outros militantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro exibem símbolos ligados ao país; bandeira de grupo meonazista ucraniano foi motivo de briga na Avenida Paulista, em São Paulo.

Bandeira vermelho e negra com brasão ucraniano é considerada um símbolo ligado ao neonazismo

Foto: Reprodução/Twitter / BBC News Brasil

 

Apesar de nunca ter deixado claro quando este treinamento teria ocorrido, ou por quem teria sido instruída, a ativista estava ecoando um tema que aparece frequentemente em discursos e postagens de rede social da militância favorável ao presidente Jair Bolsonaro: o fascínio pela Ucrânia e até por grupos neonazistas do país do leste europeu.

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Militares divulgam novo manifesto contra ministro do Supremo

Um grupo de militares divulgou no sábado, dia 13, um novo manifesto contra o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento foi publicado em meio a mais uma crise entre o governo de Jair Bolsonaro e o Supremo, após o ministro Luiz Fux condeder liminar, afirmando que não cabe às Forças Armadas exercer Poder Moderador na República.

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CRÔNICAS CURTAS 12.06.2020 – Trânsito, descaso é a praxe – Prefeitura não cumpriu compromisso assumido com o IFFar e MEC

Trânsito direito de todos

Como o trânsito seguro é direito de todos, o CTB impôs aos municípios a obrigação de adotar as medidas para assegurar este direito, no âmbito de sua competência. A Prefeitura, através de seu prefeito e dos órgãos ou entidades municipais de trânsito, responde objetivamente por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, erro ou “omissão” na execução e manutenção de programas, projetos e serviços de trânsito. Além das garantias de um trânsito em condições seguras, o município tem uma série de obrigações, como: garantir aos cidadãos o direito ao trânsito em condições seguras; responder às solicitações dos cidadãos; participar de programas nacionais de educação e segurança de trânsito; criar área de educação de trânsito; criar Escola Pública de Trânsito; adequar a legislação municipal referente a calçadas, passeios, obras e eventos na via e fora da via; fiscalizar o trânsito diretamente através de seus agentes próprios ou indiretamente, através da Polícia Militar (por convênio), autuando e aplicando as penalidades de multa; aplicar recursos das multas em projetos de trânsito; planejar, organizar e operar o trânsito no âmbito da circulação, do estacionamento e da parada; responsabilizar-se pela implantação e manutenção da sinalização de trânsito, entre outras.

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Opinião e princípios

A apresentação das últimas manifestações contrárias ao governo como democráticas constitui um abuso, por ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela democracia. Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da internet deixam claro quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional.

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CRÔNICAS CURTAS 05.06.2020 – Ética no serviço público – Prefeitos denunciados por improbidade administrativa

Ética no serviço público

Todos sabemos que a ética no serviço público está diretamente relacionada com a conduta de quem ocupa cargo público, seja servidor (funcionário) ou seja agente político. Essas pessoas devem agir conforme um padrão ético, exibindo valores morais como a boa fé e outros princípios necessários para uma vida saudável no seio da sociedade. Por exemplo, quando uma pessoa é eleita para um cargo público, a sociedade deposita nela confiança, e espera que ela cumpra um padrão ético. Assim, essa pessoa deve estar ao nível da confiança e exercer a sua função seguindo determinados valores, princípios, ideais e regras. De igual forma, o servidor público deve assumir o compromisso de promover a igualdade social, de promover a cidadania e de robustecer a democracia. Por isso servidor público e agentes políticos devem estar preparados para pôr em prática políticas que beneficiem o país, estado, município e a comunidade no âmbito social, econômico e político. Afinal, é quase uma regra, quem desempenha uma função pública deve ser capaz de pensar de forma estratégica, inovar, cooperar, aprender e desaprender quando necessário, elaborar formas mais eficazes de trabalho. Infelizmente os casos de corrupção no âmbito do serviço público são frutos de profissionais ou agentes políticos que não trabalham de forma ética.

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