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Mês: fevereiro 2016 Page 1 of 4

CARDOZO SAI DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E O CRIME ORGANIZADO COMEMORA

O que com Cardozo já não era bom, sob o domínio da República do Petrolão será terrível.

 

Prestem atenção, a saída de Zé Eduardo Cardozo do Ministério da Justiça mereceria uma celebração popular de pelo menos três dias, à moda Carnaval, se o Brasil não vivesse hoje essa democracia de gavetas cheias de surpresas desagradáveis.

 

Cardozo nunca chegou a ser mais que um advogado de defesa da sua patroa, Dilma Vana. Porém, melhor, muito melhor do que isso, Cardozo sempre foi um ministro de boa pose, metido a formador de opinião jurídico-política que não conseguiu jamais antecipar nem mesmo estancar um movimento sequer da Polícia Federal, do Ministério Público, da Magistratura Federal na sua versão mais simples de operações de direito e justiça como a Zelotes e a Lava Jato.



Cardozo sairá do  Ministério da Justiça por pressão do PT, desejo de Lula da Silva e necessidade urgente do crime organizado que se infiltrou no Estado e que já não está aguentando mais posar de algemas e andar por aí ostentando tornozeleiras eletrônicas.



O que, com Cardozo já não era bom para as operações que passam o Brasil a limpo, sem Cardozo pode e tem tudo para ficar terrível.

 

 

O PT, Lula da Silva e o crime organizado da República do Petrolão, já podem começar a respirar aliviados o ar da impunidade e a sentir de novo o gosto da vitória do mal sobre o bem.



Se você é daqueles que como eu, esperam sempre o que há de ruim e de malévolo dessa pandilha de sevandijas que se apropriou do Brasil, que rouba e deixa roubar, então você não perdeu por esperar: o Ministério da Justiça sob o seu domínio não será terrível; será muito pior.



Se a população, se os brasileiros de boa índole, se as pessoas de boa vontade não transformarem sua capacidade de indignação em ações concretas contra o domínio dessa caterva que invadiu e aparelhou os três poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário – o 4° poder, a mídia e a máquina pública, o Brasil começa já, agora mesmo, a partir de amanhã, a ser uma enorme, uma incomensurável  e desgraçada republiqueta bolivariana.

 

E a vida no Brasil caminhará inexoravelmente rumo ao mais puro estilo da Venezuela chavista, ou da desencantada Cuba, a esfaimada e paupérrima Cocodrilo Verde – sonho de poder e domínio dessa horda de velhacos.



RODAPÉ – Não me entendam mal. Não estou defendendo o Zé Eduardo Cardozo, vassalo antigo de Dilma, desde os carnavais da sua primeira eleição.



Estou me defendendo da invasão dos bárbaros no Ministério da Justiça, ponto estratégico para estabelecer-se o reinado absoluto da República do Petrolão. Tomar de assalto o Ministério da Justiça é o caminho mais curto para algemar a Polícia Federal, imobilizar o Ministério Público e quebrar as Varas da Magistratura. Sanatório da Notícia

MP denuncia Jardel e outros dez por crimes contra administração pública

Assessor denunciou Jardel por desvio de verbas

da Assembleia Legislativa (Foto: Reprodução)

 

Denúncia surge cerca de três meses após a Operação Gol Contra.

Deputado é suspeito de chefiar esquema de desvio de verbas e outros crimes.

 

O Ministério Público denunciou nesta segunda-feira (29) o deputado estadual Mário Jardel e outras dez pessoas por crimes como organização criminosa, peculato, concussão e uso de documento falso (veja abaixo a lista completa dos nomes e os crimes denunciados). O documento foi assinado e protocolado pelo procurador-geral de Justiça, Marcelo Lemos Dornelles, e endereçado ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, desembargador Luiz Felipe Difini.

A denúncia surge cerca de três meses após a Operação Gol Contra, deflagrada depois de denúncias de que o parlamentar e ex-jogador do Grêmio exigia parte dos salários de funcionários fantasmas e desviava verbas da Assembleia Legislativa. Jardel nega as acusações.

Conforme a denúncia do MP, entre fevereiro e novembro de 2015, Jardel e o advogado e assessor parlamentar Christian Vontobel Miller, o chefe de gabinete Roger Antônio Foresta, o coordenador-geral de bancada do PSD, Ricardo Fialho Tafas e o chefe de gabinete do líder da bancada do PSD, Francisco Demetrio Tafras, todos denunciados, integraram um esquema com objetivo de obter vantagens financeiras, mediante a prática de crimes contra a administração pública, como peculato e concussão, além do uso de documentos falsos e da lavagem de dinheiro.

Ministério Público denunciou no deputado estadual Mário Jardel e outros 10 (Foto: Ministério Público/Divulgação)Documentos entregues no TJ pelo procurador de

Justiça (Foto: Ministério Público/Divulgação)

De acordo com as investigações, a partir da posse Jardel como deputado estadual e da nomeação dos quatro assessores, eles planejaram e executaram a prática de crimes de peculato. Para o MP, verbas públicas referentes a diárias fictícias foram desviadas, além de indenizações veiculares fraudulentas e à manutenção de “funcionários fantasmas”.

Também foram cometidos delitos de concussão, caracterizados pela exigência de repasse de parte de salários e de verbas indenizatórias de servidores, além de uso de documentos falsos e de lavagem de dinheiro. O valor desviado, entre abril e novembro de 2015, é estimado em R$ 212.203,75.

Como funcionava o esquema

O MP afirma na denúncia que Jardel, que comandava o esquema, era o destinatário final da maior parte dos valores arrecadados. Christian Vontobel Miller, além de ser o mentor das irregularidades, participou ativamente desde a montagem do quadro de servidores até as deliberações que resultaram na prática dos delitos. Segundo o MP, como advogado pessoal e assessor de Jardel, ele era responsável por evitar que os crimes chegassem ao conhecimento das autoridades policiais, ministeriais ou da imprensa.

O chefe de gabinete Roger Antônio Foresta era o interlocutor do parlamentar nas exigências de parte dos salários e das diárias recebidas pela maioria dos assessores. Ele era o responsável, ainda, por arrecadar, mensalmente, parte dos salários dos demais colegas assessores.

Em algumas ocasiões, recebeu valores em sua própria conta corrente, para, posteriormente, repassar de forma direta todo o dinheiro arrecadado a Jardel. Foresta era o primeiro responsável pela execução das ordens de Jardel, encaminhando os trâmites necessários à contratação dos “assessores-fantasmas”, o pagamento de diárias indevidas e de indenizações veiculares fraudulentas, bem como a cobrança, saque, guarda, transferência, ocultação e dissimulação da origem ilícita dos valores arrecadados junto aos servidores.

Já o coordenador-geral de bancada do PSD, Ricardo Fialho Tafas, era corresponsável pela execução das ordens do parlamentar, gerando diárias inexistentes e atuando, da mesma forma, na cobrança dos valores dos demais servidores. Cabia a ele, também, a geração de indenização veicular irregular.

Por fim, o chefe de gabinete de líder da bancada do PSD, Francisco Demetrio Tafras, era responsável por exigir dos demais assessores, sob ameaça de perda do cargo em comissão, o repasse mensal de parte do salário.

Um dos assessores foi beneficiado pela delação premiada, já que prestou informações ao Ministério Público.

A denúncia cita diversas irregularidades verificadas: organização criminosa, lavagem de dinheiro, funcionários fantasmas, diárias de viagens e indenizações por utilização de veículo irregulares, viagens partitulares e tráfico de drogas.

Os denunciados pelo MP:

– Mário Jardel Almeida Ribeiro: constituir organização criminosa, peculato, uso de documento falso, concussão, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

– Christian Vontobel Miller: constituir organização criminosa.

– Roger Antonio Foresta: constituir organização criminosa, peculato, uso de documento falso e concussão.

– Francisco Demétrio Tafras: constituir organização criminosa e concussão.

– Ricardo Fialho Tafas: constituir organização criminosa, peculato e uso de documento falso.

– Sandra Paula Aguiar de Souza: lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

– Flávia Nascimento Feitosa: peculato.

– Ana Bela Menezes Nunes: peculato.

– Samantha da Rosa Lindmann: peculato.

– César Ribeiro Júnior: lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

– Carlos César Menezes Nunes: tráfico de drogas.

Delator diz que Jardel exigia parte dos salários dos servidores do gabinete (Foto: Reprodução)Delator diz que Jardel exigia parte dos salários

dos servidores do gabinete (Foto: Reprodução)

Investigação sobre fraudes

Em novembro, o Ministério Público deflagrou a Operação Gol Contra, após uma denúncia de um dos assessores de Jardel. O deputado foi acusado de desviar verbas da Assembleia Legislativa, exigir parte dos salários de funcionários fantasmas e até de envolvimento com traficantes. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no apartamento do parlamentar. Gravações e escutas telefônicas ajudaram a comprovar o esquema.

Em dezembro, o corregedor-geral da Assembleia, deputado Marlon Santos (PDT), recomendou a cassação do mandato de Jardel. No relatório apresentado na Comissão de Ética, Marlon apontou indícios de irregularidades já apuradas pelo Ministério Público, como a nomeação de servidores para a obtenção de vantagens, o envolvimento com traficantes, o que configura quebra de decoro parlamentar, e fraudes em diárias.

Jardel nega. No fim do ano passado, durante a sessão extraordinária convocada pelo governador José Ivo Sartori para a votação do pacote da sexta etapa do ajuste fiscal, o parlamentar afirmou que pretende restabelecer a verdade sobre as denúncias, mas reconheceu ter errado no início de seu mandato. "Estou começando agora na política. Estou começando errado, mas posso melhorar", disse o deputado na ocasião. G1 RS

Delegados Federais ameaçam prender Cardozo caso ele interfira na Lava Jato, diz site

As informações da Coluna Esplanada, do UOL, e não são nada animadoras para a turna do PT, que, ao que tudo indica tem pressionado Cardozo, ministro da justiça de Dilma, para que segure as rédias da Polícia Federal, fato que ele não tem conseguido.

“A tensão vivida nos últimos meses pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre o andamento da Operação Lava Jato e o cerco se fechando a integrantes do Governo Federal não se limita à pressão de Lula e da presidente Dilma para que tenha ingerência na Polícia Federal, sob o comando do Ministério da Justiça.

Zeladores da credibilidade da corporação, os delegados federais fizeram chegar ao ministro o seguinte recado: na primeira ligação que fizesse para interferir na operação, Cardozo ouviria voz de prisão por tentativa de obstrução de investigação.

Obviamente nunca passou pela cabeça do ministro essa tentativa, ele mesmo avisa aos holofotes e à equipe palaciana da presidente Dilma. Sustenta que a PF é independente, a despeito da subordinação ao MJ. Mas o recado foi dado.” (Via:Reaçonaria)   Revolta Brasil

Anunciado como solução por Britto e RBS, contrato da dívida vira agiotagem com Sartori

Atual contrato da dívida foi firmado com a União pelo então governador Antônio Britto (PMDB), durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, o hoje governador Sartori era líder do PMDB na Assembleia Legislativa. (Foto: Divulgação/AL-RS)

 

Marco Weissheimer

O governo do Estado promove nesta sexta-feira, às 8h30min, no Palácio Piratini, um “Ato de apresentação e mobilização em torno da ação judicial impetrada pelo Estado referente à dívida com a União”. No dia 23 de fevereiro, o governador José Ivo Sartori (PMDB) anunciou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com uma ação na Justiça Federal, em Brasília, questionando os juros calculados pelo governo federal para a renegociação dos contratos das dívidas de Estados e municípios com a União. Na ação, a PGE argumenta que a cobrança deve ocorrer sobre os juros simples e não sobre os juros capitalizados, o que configuraria a prática de anatocismo (cobrança de juros sobre juros). O Secretário Estadual da Fazenda, Giovani Feltes, classificou como “agiotagem” os termos do contrato de renegociação da dívida com a União. “Nós estamos pagando o que já pagamos. Contraímos uma dívida de determinado valor, pagamos duas vezes e meia o valor que nós contraímos e ainda devemos três vezes o valor da dívida”.

Em agosto de 2015, o governo do Estado anunciou a PGE estava ingressando com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando os termos do contrato da renegociação da dívida do Estado com a União, considerados como abusivos pelo governador José Ivo Sartori. Os anúncios feitos pelo governo Sartori carregam uma ironia histórica. O contrato que hoje é classificado como “abusivo” e “agiotagem”, foi definido, quando de sua assinatura, na década de 1990, como a solução para o problema da dívida do Estado. Ele foi firmado com a União pelo então governador Antônio Britto (PMDB), durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, O hoje governador Sartori era, na época, líder do PMDB na Assembleia Legislativa.

Neste acordo firmado pelo governo Britto com a União não há possibilidade contratual de moratória, não pagamento ou calote de pagamento da dívida. O contrato permite, entre outras coisas, que a União saque recursos da conta do Estado a fim de cumprir o pagamento da parcela da dívida vencida. Segundo o mesmo contrato, se o Estado atrasar em mais de 10 dias o pagamento da parcela da dívida, o índice de correção do saldo da dívida pode ser alterado. Além disso, existe a possibilidade de alteração do percentual de comprometimento da Receita Líquida Real do Estado, que passaria de 13% para 17% durante o período em que permitisse o descumprimento do contrato.

“RS líquida a dívida”, anunciou ZH em 1996

O contrato em questão foi firmado em outro governo do PMDB, em 1998. Além disso, dois anos antes, em 1996, o então governador Antônio Britto assinou um contrato de refinanciamento da dívida do Estado com o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que chegou a ser apontado como a solução definitiva para a crise financeira do Estado que estaria pronto, assim, para ingressar em um novo ciclo de desenvolvimento. José Ivo Sartori, na época, era deputado estadual. Como parlamentar, presidiu a Assembleia Legislativa e foi líder do PMDB no governo Britto.

Na edição do dia 21 de setembro de 1996, a manchete do jornal Zero Hora afirmava: “Rio Grande liquida a dívida”. (Foto: Reprodução/Arquivo do Museu Hipólito José da Costa)

Na edição do dia 21 de setembro de 1996, a manchete do jornal Zero Hora afirmava: “Rio Grande liquida a dívida”. (Foto: Reprodução/Arquivo do Museu Hipólito José da Costa)

Esse contrato de refinanciamento chegou a ser apontado na época como a solução para o problema da dívida do Rio Grande do Sul. Na edição do dia 21 de setembro de 1996, a manchete do jornal Zero Hora afirmava: “Rio Grande liquida a dívida”. A principal foto da capa mostrava Britto e o então ministro da Fazenda, Pedro Malan, sorridentes, comemorando o acordo que, segundo ZH, estaria “limpando a ficha dos gaúchos”. Mas o acordo feito por Britto não só não resolveu como acabou agravando a situação financeira do Estado. No final de 2014, depois de pagar mais de R$ 15 bilhões para a União, o Estado ainda devia cerca de R$ 47 bilhões, como reclama agora o secretário da Fazenda, Giovani Feltes.

Outro paralelo histórico que se atualiza com os anúncios feitos pelo governo Sartori conectam, além de antigas manchetes midiáticas que não se cumpriram, as atuais políticas de arrocho salarial sobre os servidores, cortes de investimentos em áreas essenciais como segurança, saúde e educação e os planos de privatização de empresas públicas, tema que deve ocupar um lugar central na agenda política do governo Sartori este ano. Em editorial publicado em 22 de setembro de 1996, no dia seguinte à assinatura do acordo da dívida por Britto, ZH comemorava:

“O refinanciamento da dívida do governo do Rio Grande do Sul, cujo total chega a R$ 8 bilhões, mereceu consideração especial (do governo FHC) por conta dos esforços do governo gaúcho para reduzir os gastos de rotina na administração, em particular aqueles de pessoal. O Rio Grande foi pioneiro na implantação de um programa de demissões voluntárias. Ademais, o governador Antonio Britto vem extinguindo, na medida do possível, cargos em comissão e cargos vagos com o objetivo de enxugar uma folha que tem consumido em torno de 80% da receita líquida. Outro fator importante, incluído nas exigências válidas para todas as unidades federativas, é a disposição de privatizar empresas estatais“.

Com essas medidas e a renegociação da dívida feita por Britto, o Rio Grande do Sul estaria, segundo ZH, “liberado para novos empréstimos e investimentos”. O jornal anunciou nas manchetes da época: “Os gaúchos limpam a ficha”“Negociação acaba com o pesadelo dos juros altos”. José Barrionuevo, principal colunista político do jornal na época, escreveu (na edição de 22 de setembro de 1996):

“A renegociação da dívida obtida pelo governo Britto liberta o Estado do maior obstáculo ao seu desenvolvimento (…) É uma obra que restabelece o crédito e a credibilidade do Rio Grande, com reflexos nas próximas administrações. Graças à reforma do Estado, considerada modelo pela imprensa nacional, o RS é o primeiro a renegociar a dívida. Não poderia haver data mais oportuna para o anúncio do que o dia em que se comemora a Revolução Farroupilha”.

Contrato foi lesivo para o Estado, diz Auditoria Cidadã da Dívida

Na avaliação da Auditoria Cidadã da Dívida, o atual contrato da dívida, firmado em 1998, no governo Antônio Britto, foi altamente prejudicial para o Rio Grande do Sul, retirando do Estado a autonomia financeira e administrativa prevista na Constituição Federal. Essa perda de autonomia foi denunciada, em 1999, em um trabalho de auditoria realizado pelos auditores externos do Tribunal de Contas do Estado, que criticaram os termos do contrato. A lei federal n° 9.496/1997 obrigou os Estados a alinharem sua gestão às diretrizes da União, que passou a intervir na gestão financeira dos Estados por meio do estabelecimento de metas a serem cumpridas, entre elas a privatização de empresas públicas e o corte de investimentos em serviços essenciais como saúde, educação e segurança.

A gênese do refinanciamento da dívida dos Estados está no compromisso firmado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em 1997 com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo Maria Lúcia Fattorelli, coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, o refinanciamento da dívida com a União foi um esquema bem pensado, onde os bancos públicos pararam de refinanciar as dívidas dos Estados que foram obrigados a adotar planos de ajuste fiscal, programas de privatização de patrimônio público e assunção de passivos de bancos. O Banrisul foi um dos poucos bancos estaduais a escapar da privatização, o que, só ocorreu, pela derrota de Antônio Britto nas eleições de 1998. Todo esse processo foi marcado por um crescente avanço de concessões ao sistema financeiro, que prossegue até hoje.

A dívida do Rio Grande do Sul está ligada a esse sistema da dívida, assinala Josué Martins, auditor do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul e diretor-presidente do Centro de Auditores Públicos Externos do TCE (CEAPE). Segundo Martins, o Plano Real trocou o controle da inflação pelo super-endividamento do setor público. “O contrato de 1998 se insere nesta lógica e foi muito prejudicial ao Rio Grande do Sul que teve perda de autonomia de gestão sobre as próprias finanças, diminuição da capacidade de investimento e de custeio do Estado. Antes de 1998, a média de comprometimento da Receita Líquida Real do Estado era de 8%. No período entre 1998 e 2014, essa média praticamente dobrou subindo para 15,9%”.

Os termos negociados pelo contrato de 1998, acrescenta o auditor, segue, com pequenas variações, governando o Rio Grande do Sul até hoje. Segundo as contas da Auditoria Cidadã, o “empréstimo” de R$ 26,9 bilhões concedido pela União ao Estado naquele ano já foi pago. “Em valores corrigidos, foram pagos R$ 29,7 bilhões e ainda devemos R$ 47,1 bilhões. Ou seja, já pagamos R$ 2,8 bilhões a mais que o valor emprestado e estamos devendo 1,75 vezes esse mesmo valor. O contrato firmado se transformou numa grande agiotagem”, diz a Cartilha da Dívida Pública do RS, elaborada pela Auditoria Cidadã, que defende a realização de uma auditoria de todo o processo envolvendo esse contrato assinado em 1998. Sul21

Operação combate exploração sexual de adolescentes em motéis no RS

Operação contra abusos sexuais foi deflagrada nesta sexta (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)

G1RS

Principal alvo é um ex-vereador de Glorinha, dono de motéis em Gravataí.

Ele é suspeito de pagar valor mensal para responsáveis para abusar menor.

 

A Polícia Civil cumpre, na manhã desta sexta-feira (26), cinco mandados de busca em uma operação que investiga crimes de estupro e de exploração sexual. O principal alvo da ação é um ex-vereador de Glorinha, dono de três motéis em Gravataí, cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Cerca de 30 agentes participam da ação.

O empresário é investigado de pagar uma quantia mensal à mãe e ao padrasto de uma adolescente de 16 anos em troca de programas sexuais com a menor nos motéis de sua propriedade. Os responsáveis pela jovem também são alvos da ação. O ex-vereador é investigado por estupro de vulnerável e exploração sexual, enquanto a mãe e o padrasto são suspeitos de exploração.

Agentes fizeram buscas no local  (Foto: Fabio Almeida/RBS TV)Agentes fizeram buscas nos motéis do empresário

(Foto: Fábio Almeida/RBS TV)

Os mandados foram cumpridos nas casas dos suspeitos, nos motéis e em uma empresa. A delegada responsável pelo caso Marina Dillenburg, da Delegacia da Mulher de Gravataí, relatou que exames comprovaram os abusos na menor. Entretanto, apesar das provas coletadas pela polícia, a Justiça negou os pedidos de prisão contra os três.

O caso foi descoberto após a adolescente fugir da casa da mãe e ir morar com o pai. No último mês de novembro, ele registrou ocorrência na Delegacia da Mulher. No depoimento à polícia, a menor disse que era forçada a ingerir bebidas alcoólicas nos programas. Ela relatou, também, que recebia ameças de morte para não denunciar os abusos, que ocorriam há cerca de um ano.

A delegada Marina afirma que o suspeito já negociava com o casal  programas sexuais com a irmã da adolescente, de 11 anos. A polícia apura ainda denúncias de outras menores de idade que seriam exploradas nos motéis do empresário, que não teve o nome divulgado.

Agentes durante as buscas no escritório do motel (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)

Agentes durante as buscas no escritório de um dos motéis do suspeito (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)

PTB de Campo Novo rompe coligação e lançará candidato próprio a prefeito, veja entrevista do presidente

– Quais as perspectivas do PTB de Campo Novo com vista às eleições municipais deste ano?

– A pergunta é muito oportuna. Estamos nos aproximando já de uma eleição municipal em Campo Novo e o partido hoje está praticamente estruturado, com o quadro de filiados dentro de uma expectativa que tínhamos desde a fundação do partido. Nós participamos da última eleição e tivemos a felicidade de eleger o vice-prefeito. Mas, a coligação, a partir de um momento, não se tornou viável entre os partidos e nós começamos, a partir daquele momento, já a criar os candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereadores para Campo Novo ter o início de uma nova fase política.

 

– Quais seriam os nomes do partido a serem indicados como possíveis candidatos a prefeito e a vice?

– Nós temos em torno de quatro ou cinco nomes de possíveis candidatos a prefeito, que seriam: O atual vice-prefeito João Augusto Pretto, o ex-vereador e ex-vice-prefeito Jucemar Scherer, Luiz Carlos Pelizon, Airton zalamena e, se caso for necessário, meu nome também estaria à disposição do partido para concorrer. A chapa majoritária sairá desses nomes, cuja composição já está praticamente definida pelo partido e, certamente será aprovada consensualmente pelos convencionais do PTB camponovense.

 

– E quanto a uma possível coligação, qual é a posição do PTB em Campo Novo?

– Hoje, nesta época, é especulação que se tem: “esse coliga com aquele”, “aquele se coliga com esse”. Nós temos conversado com uns dois ou três partidos lá. O único partido do qual não nos aproximamos é o da atual administração, o PSB. Esse nós não temos motivos nem para sentar e conversar com eles sobre coligação. Concorremos juntos na eleição passada e não deu certo.

 

– No caso de uma coligação, o PTB abriria mão da cabeça de chapa?

– Não. De momento, nós temos a convicção de que nós temos que lançar candidato a prefeito e, provavelmente, candidato a vice-prefeito do próprio partido. Não se descarta a possibilidade de uma coligação, mas, em princípio, estamos trabalhando com chapa pura.

 

– Por que o PTB de Campo Novo almeja o poder?

– Porque nós já tivemos oportunidade de participar em duas administrações com outros partidos, eu como prefeito e uma como vice-prefeito. E foi mantida aquela coligação e foi feito o interesse da sociedade participar daquela administração. Então, nós temos a convicção de que os nomes que nós colocarmos como candidatos a prefeito e a vice-prefeito vão estar dentro dos anseios da comunidade, administrando harmonicamente com o Poder Legislativo. Porque o prefeito não é o dono do município, ele é eleito pela sociedade e gerido pela sociedade que precisa e deve ter seus direitos respeitados. E o PTB de Campo Novo entende que a administração deve estar aberta para a comunidade participar. E eu vejo nosso município estagnado, brigado. Você não tem oportunidade de sair na rua sem ver uma briga daqui, uma briga dali. Então, nós pretendemos, dentro do possível, administrar com seriedade. O PTB quando foi governo construiu harmonia, teve boa avaliação na reeleição quando concorremos à reeleição coligado PMDB e o DEM obtendo empate no número de votos, e o partido elegeu cinco vereadores e mais um do partido coligado, tendo saído de cabeça levantada, com orgulho do que fez. Então, eu vejo nessa oportunidade que o PTB tem aquela ideologia do partido trabalhista, que vai atuar no interesse da comunidade. A ideia do PTB é uma construção objetiva de mudança rumo a um caminho novo, escolhendo as pessoas certas para promover melhorias no município, e não simplesmente ganhar uma eleição. Um dos objetivos é renovarmos a autoestima do nosso eleitor, de trazermos perspectivas de boas realizações para que as pessoas acreditem em quem realmente as representam na busca do desenvolvimento, com novas ideias e seguir os bons exemplos de outros municípios. Enfim, nosso objetivo é dar um impacto positivo buscando melhorias para a população. Temos uma grande empresa que é a cooperativa, parceria talvez para nós buscarmos futuramente uma alternativa para melhorarmos na questão do trabalho, renda e agregar outras coisas. O PTB hoje é um partido com novas ideias, que visa buscar nova maneira de fazer política, de dialogar, de buscar o entendimento e não o clima da desunião, da discórdia, da briga, isso não faz bem para a nossa comunidade.

 

– Os escândalos noticiados todos os dias envolvendo políticos podem influenciar no resultado das eleições municipais?

– Eu não acredito que possa influenciar porque Campo Novo é um município pequeno e todo mundo conhece todo mundo. Então, eu acho que os nossos candidatos, aqueles que forem candidatos, são pessoas bem vistas na sociedade e pessoas que não tem um passado que venha a comprometer nenhum deles e a maioria teve cargo eletivo. Eu vejo que isso aí é mais em nível federal e nas grandes empresas, porque não tem corrupto se não tem corruptor. Então, eu vejo dessa forma. Eu sempre dizia que a sociedade em si ajuda a participar da administração para o bem, mas que também tem aqueles que vão para o outro lado, pensando em interesse próprio. Então, eu acho que nós aqui no nosso interior, nos nossos municípios aqui da Região Celeiro ou do Estado até já somos diferentes nesse sentido, porque os políticos são muito conhecidos, são pessoas criadas na própria cidade.

Chiapetta, partidos se articulam com vista às eleições municipais de outubro

Entrevista – PMDB de Chiapetta – presidente Joel Antônio G. Estopiglia

 

– Quais as perspectivas do PMDB de Chiapetta, com vista às eleições municipais deste ano?

– O partido tem boas perspectivas. Estamos construindo uma frente de oposição com vários partidos, com ideias novas de gestão pública, com vista a um crescimento sustentável de nosso município. Entendemos que é necessário dar mais oportunidade aos nossos jovens, para que não precisem deixar o nosso município. Também temos de dar mais atenção aos nossos agricultores, pois é da plantação, da criação de gado, de frangos, de porcos e de produção de leite que saem as principais receitas de nosso município. Por isso é que já estamos elaborando um plano de governo e buscando uma candidatura viável e que corresponda as expectativas do povo de Chiapetta.

 

– Quer dizer que o PMDB vai apresentar candidato a prefeito para a eleição deste ano? – Sim. O PMDB é um partido forte e com história em nosso município, e as pessoas e demais partidos de oposição têm nos procurado com esse objetivo.

 

– Qual seria o nome mais indicado do PMDB chiapetense para concorrer a prefeito?

– O nosso pré-candidato a prefeito é o Edilson Savaris. Ele é filiado ao nosso partido desde 26/11/87, e tanto ele quanto sua esposa, são de famílias tradicionais de Chiapetta.

 

– No caso de ser consolidada a coligação, o PMDB abriria mão da cabeça de chapa?

– Como já foi frisado anteriormente, nós já temos o nosso pré-candidato a prefeito, que foi escolhido por um consenso entre as lideranças do nosso partido. Porém, não está totalmente descartada essa possibilidade, caso apareça um outro nome com mais condições e com mais aceitação, o que é bastante improvável.

 

– Por que o PMDB almeja o poder em Chiapetta?

– Na verdade, todos os partidos almejam administrar o seu município. Eu seria hipócrita se dissesse diferente. No nosso caso, entendemos que o partido de situação está muito tempo no poder e por isso, está muito desgastado. Vemos que a nossa comunidade clama por mudança, com exceção de alguns que estão agarrados a alguns cargos bem remunerados. A administração pública não pode ficar voltada aos interesses de um pequeno grupo. O que a administração nos apresenta é muito pouco se considerarmos que o orçamento gira em torno de R$ 18.000.000,00 (dezoito milhões de reais), fora as verbas extra-orçamentárias. Basta olharmos para grandes obras existentes em nosso município feitas com recursos próprios em administrações do PMDB, para termos a certeza de que dá para fazer muito mais pelo nosso município. Cabe registrar que em épocas anteriores não haviam emendas parlamentares, nem recursos despejados pelo governo do PT.

 

– Considerações finais.

– Quero dizer a todos os munícipes de Chiapetta, que eu, Joel Estopiglia, estou muito contente de estar presidindo o PMDB. Fui presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais por 12 anos. Estive fora do município por um pequeno período, mas voltei porque aqui estão as minhas raízes. Estou filiado no partido desde 10 de setembro de 1980. A minha escolha como presidente se deu por consenso dentro do partido. Agora, a minha missão é conduzir o partido no sentido de ganhar as eleições para prefeito e eleger uma boa bancada de vereadores. Para isso estaremos lutando muito, inclusive no sentido de filiar mais pessoas ao partido, buscar coligações com os demais partidos de oposição e eleger o maior número possível de vereadores.

 

 

Entrevista – PSB de Chiapetta – presidente João Carlos Antenoff

 

– Como o PSB de Chiapetta vê o atual quadro político municipal e qual a sua avaliação com vista às eleições deste ano?

– Temos visto na população um apelo por mudanças na forma de conduzir as ações públicas, que dê credibilidade ao cidadão, analisando e vendo a realidade dos fatos. Chiapetta também clama por ações objetivas, que vão diretamente às necessidades, com transparência e credibilidade.

 

– O PSB vai lançar candidato à eleição majoritária?

– Com certeza vamos lançar candidatos à majoritária. O PSB está preparado e tem em seu quadro pessoas qualificadas para lançar candidatos e ganhar a eleição.

 

– Qual o nome mais indicado do PSB de Chiapetta como pré-candidato a prefeito?

– O PSB possui nomes que estão sendo discutidos internamente. Entre eles estão os vereadores Chico Canabarro e Eloi Betio Maron, o Dr. José Valdir Maçalai, Telmo Moreira Coelho, e o meu nome (João Carlos Antenoff), além de outras lideranças que estão se agregando ao PSB.

 

– Quanto a possíveis coligações, qual a real posição do partido?

– Há uma tendência que vem já da última eleição a fazer coligações com os partidos da oposição.

 

– E no caso de haver coligação, o PSB abrirá mão da cabeça de chapa?

– O PSB é um partido democrático que não almeja o poder pelo poder, e sempre pensa no que é melhor para a sua comunidade, sendo assim, há possibilidade de, logicamente, abrir mão da cabeça de chapa para outra composição.

 

– Em síntese, por que o PSB almeja o poder?

– O PSB almeja o poder visando a realizar um trabalho voltado a todas as pessoas da comunidade, integrar as entidades governamentais e não-governamentais para que tenhamos o desenvolvimento tão esperado pela população, aproveitando o potencial humano, econômico, cultural e social da nossa comunidade.

 

– Os escândalos de corrupção noticiados diariamente pela mídia poderão influenciar no resultado da eleição este ano?

– Acho que não, pois vivemos em comunidade pequena onde todas as pessoas se conhecem e onde as propostas e os exemplos vão prevalecer.

 

 

Entrevista – PSD de Chiapetta – presidente Gabriel Maçalai

 

– Como o senhor vê o atual quadro político de Chiapetta, e qual a sua avaliação com vista as eleições deste ano?

– Por quase vinte anos o mesmo partido está detendo o poder no município. E isto, causa desgastes e vícios. Por outro lado, ainda se vive uma política que valoriza pessoalidades, projetos de poder pessoais e não o bem da comunidade. As eleições deste ano, para nós do PSD, precisam trazer à discussão ideias e projetos que não valorem este ou aquele administrador do passado, partido ou entidade, deixando outros no abandono completo. Este é o tempo de traçar planos e projetos para o futuro.

 

– O PSD vai lançar candidatos à eleição majoritária?

– O primeiro passo é discutir ideias. Caso algum programa de governo e propostas sejam postos de maneira que se apresentem potenciais de desenvolvimento e crescimento para o município, não lançaremos candidatos. No entanto, caso nenhum partido e candidatos tenham propostas coerentes com a realidade e estejam dispostos a trazer efetivo desenvolvimento, que vá além de meras propostas eleitoreiras, estamos sim, dispostos a lançarmos candidatos a majoritária e a vencermos as eleições com o intento de fazermos uma administração não focada nos interesses pessoais, de alguns grupos ou apenas “para” o povo. Queremos mais, queremos administrar em favor do povo, pelo povo e com o povo! Seria uma administração que não levasse em conta apenas aliados, como comumente se observa, seria um trabalho que busca ser eficiente, com as melhores ideias e com pessoas decididas a trazer o crescimento da comunidade de Chiapetta. Em suma, caso nenhum partido se alinhe com os mesmos ideias comuns, iremos sim disputar a majoritária.

 

– O nome mais indicado do PSD para concorrer a prefeito este ano?

– Muitos nomes do partido são comentados pela comunidade pelos filiados do partido. Muitos são comentados e estão aptos a concorrer, inclusive, meu nome figura entre os que referi. Não somos comentados e indicados apenas para “concorrer”, mas para exercermos o mandato eletivo. Mas não é nosso projeto de vida ou desejo pessoal concorrer, só ocorrerá se os anseios do povo não forem assegurados por mais ninguém.

 

– Quanto as possíveis coligações, qual a real posição do PSD?

– O PSD surgiu da oposição. É uma sigla nova no município, mas já consolidada no país. Isto não quer dizer que estamos aliados com a oposição, simplesmente não nascemos nas casas do atual governo e nem dependemos dele para tomarmos decisões, existirmos ou sobrevivermos. Não detemos nenhum cargo político. Isso nos faz termos uma postura desprendida, honesta e independente: se as melhores propostas para a cidade e o interior estiverem na oposição, lá estaremos para discutir as possibilidades de juntos fazermos o melhor por nossos munícipes. Caso esteja na situação, estamos aptos a dialogarmos para discutirmos o que faremos juntos para nosso desenvolvimento. Ou seja, estamos abertos a dialogar com todos que não desejam o poder pelo poder mas que querem o crescimento e a programação do município para tornar-se desenvolvido, eficiente e não dominado por interesses pessoais, ouvindo e seguindo os interesses do povo. Logo, conosco podem estar todos que trabalham pelo povo.

 

– Em caso de coligação, o PSD abrirá mão da cabeça da chapa?

– Nosso interesse não é o poder. Nosso interesse é Chiapetta! Logo, termos ou não um cargo “mais elevado” não é o principal. Isto porque, em todos os partidos existem pessoas capazes para desenvolverem ótimas ideias e projetos de crescimento. E o PSD continuará a atuar como fez desde seu surgimento no município, afirmando para as autoridades eleitas, sejam oposição ou situação, nossa independência e sugerindo pontos de debate, projetos e participando ativamente da vida pública do município. Para isto, não precisamos de um mandato eletivo, apenas de disposição e interesse pelo município e pelo bem de todos.

– Em síntese, “por que o PSD almeja o poder”?

– Diferente de outras entidades partidárias e de outros políticos, o PSD de Chiapetta não nasceu desejando o poder, por isso não estamos dispostos ao “vale tudo” numa eleição. O fato é que, para consolidarmos nossas ideias e possibilidades de trabalho, e garantirmos que nossa militância não é sem sentido, precisamos do poder para comprimirmos nossas propostas. Se determos o poder, não é porque o “desejamos”, é porque o povo precisa dele para cumprir seus interesses. Se Almejamos o poder é para honrar o povo e cumprir o que importa ao povo e fazermos o melhor para o município e seus munícipes!

 

– Os escândalos envolvendo políticos podem influenciar nas eleições deste ano?

– Depende. Não influenciará nossa postura, pois nunca houveram escândalos envolvendo o nosso partido no município, diferente do que ocorre com outros grupos que vivem sob acusações populares e com processos judiciais por abusos ou situações de corrupção de uma ou outra forma. Para estes políticos e partidos, comumente envolvidos em escândalos eleitoreiros, é preciso reconstruir suas imagens. Para nós, do PSD de Chiapetta, escândalos negativos mostram o desinteresse dos políticos com o povo, não temos esse problema e, enquanto estivermos junto do PSD nosso único interesse será opovo.

 

Entrevista – PT de Chiapetta – presidente Célia Vargas Padilha

 

– Como a senhora vê o atual quadro político municipal e qual a sua avaliação com vista às eleições deste ano?

– Em Chiapetta há uma divisão da população entre situação e oposição, e percebe-se um aumento de descontentamento com o atual governo municipal. O partido ainda não tem uma posição definida, mas acredita em um projeto de desenvolvimento sustentável para o município.

 

– O PT de Chiapetta vai lançar candidatos à eleição majoritária?

– A princípio pensamos em lançar um candidato nas eleições. Este é o objetivo do partido, pois temos companheiros qualificados que pensam e acreditam em uma mudança, e que a mesma esteja em consonância com os interesses do povo.

 

– Qual seria o nome mais indicado do PT para concorrer a prefeito?

– Olha, nós não temos um nome definido. Mas, sendo este um nome que esteja alinhado com o projeto de governo do partido, que represente os anseios da comunidade chiapetense, e que faça parte dos quadros do partido, pode facilmente nos representar.

 

– Quanto a possíveis coligações, qual a real posição do PT?

– O PT, no momento, ainda não tem uma posição, visto que ainda não houve uma discussão interna e nem com os demais partidos e tão pouco fomos convidados para dialogar.

 

– No caso de vir compor uma coligação, o PT abrirá mão da cabeça de chapa?

– No caso de coligação abriremos mão de lançar o nome de alguém, desde que o candidato represente um projeto social e produtivo, e que contemple as necessidades da população, e que o mesmo tenha um perfil de bom administrador, transparente, coerente, humilde, trabalhador, aberto ao diálogo, que aceite as sugestões dos partidos aliados e que as decisões das ações sejam tomadas em conjunto.

 

– Por que o PT de Chiapetta almeja o poder?

– O PT almeja o poder em Chiapetta porque acredita que pode desenvolver uma excelente administração com a participação do povo, onde o povo terá autonomia para sugerir e decidir juntos as prioridades em todas as áreas, pois vivemos em um município essencialmente agrícola, onde 78% dos impostos são oriundos da agricultura. Então nós, como Partido dos Trabalhadores, acreditamos que investindo na agricultura familiar, com certeza teremos um excelente desenvolvimento do comércio local, gerando emprego e renda e assim sucessivamente incentivando o desenvolvimento das demais áreas, melhorando a vida de todos. Hoje o município tem um orçamento de praticamente R$ 18 milhões para ser investido nas necessidades da população. Praticamente temos um município baseado na agricultura, comércio e prestação de serviços, porém, vivemos com baixo ou quase nada de investimentos nas referidas áreas citadas, e o partido sempre defendeu e defende uma política agrícola, comercial e de prestação de serviços com maiores investimentos, e políticas públicas de saúde e educação com melhorias e mais qualidade de vida. Também, o PT defende 50% das vagas para mulheres e isto nos diferencia em relação aos demais partidos. E porque não dizer, termos uma mulher como candidata a prefeita do nosso município.

 

– Os escândalos de corrupção envolvendo políticos por todo o país podem influenciar nas eleições deste ano?

– Acreditamos que sim, porque a grande maioria dos partidos estão envolvidos ou sendo investigados em processo de corrupção. Mas como o partido, em nível municipal, sempre foi pautado na ética, transparência, democracia, defesa dos trabalhadores e dos mais humildes superará os conflitos apresentados nas redes sociais e opiniões divergentes.

 

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Que dificuldade para traduzir o diploma do português para oportuguês.
 

Só não se diga que já passou da hora, por que a Lava Jato sabe o que faz. Diga-se então que já está chegando a hora de Lula trocar a sua coleção de títulos de doutor honoris causa própria, pelo honroso e "notório saber satírico".



Ele debocha da lei, da nação, da ordem e do progresso. Já é tempo de ser homenageado pelo seu notável domínio dos fatos.



O que já passou mesmo dos limites é a paciência dos brasileiros que já não suportam mais a hipocrisia, o cinismo dos seus acólitos e a impunidade do crime organizado que tomou o lugar do Estado e instalou a República do Petrolão.

 

Sanatório da Notícia

SUCEDE QUE…

Michel Temer que vá tirando o cavalo da chuva por que, na hipótese plausível e provável de Dilma perder o título de Rainha do Aegypti pela lambança do financiamento da campanha de sua reeleição com dinheiro do Petrolão, ele vai perder a Vice-Presidência e consequente oportunidade de presidir esse país.

 
Não bailará na curva pela Lava Jato, mas pela repentina celeridade do Tribunal Superior Eleitoral – onde Dilma e ele estão pendurados no pincel.



Ela, a Cleópatra do Paranoá, sai do Palácio de Aedes pela Vara de Sérgio Moro; ele, o mordomo dos filmes de vampiro, será sugado da boca-rica pelo aparelho do TSE.



Aí, meus camaradinhas, pela precedência constitucional assumirá a Presidência o impávido colosso Eduardo Cunha.



E talvez até convide o ínclito Renan Calheiros, para seu primeiro-muso da República.
 
Sanatório de Notícias

Os favoritos para para assumir o Paço Municipal

Sebastião Melo (PMDB) e Onyx Lorenzoni (DEM), com a "desistência" da comunista Manoela (que adora os Estados Unidos) estão com grandes chances de assumir o Paço Municipal.  Se Olívio Dutra (PT) entrar na disputa a coisa fica embananada…
 
Um vice ideal para Sebastião Melo (PMDB) é o delegado Cleiton (PDT). É um policial de vida ilibada e irretocável. Como vereador é uma revelação. É gente fina!!
 
A vice de Lorenzoni é a excelente e atuante deputada Any Ortiz (PPS).
 
A disputa pelo Paço Municipal promete!!!
 
Imprensa Livre

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