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Mês: agosto 2020

Senadores criticam veto de Bolsonaro ao auxílio a agricultores familiares

Senadores de oposição criticaram terça-feira (25), o veto do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao PL 735/2020, que estabelece assistência financeiras aos agricultores familiares para diminuir os impactos socioeconômicos durante a pandemia da covid-19. Eles prometeram lutar pela derrubada do veto presidencial.

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CRÔNICAS CURTAS – Cadê a Força Gaúcha? – Indicador de criminalidade – Violência contra a mulher – Estímulos à impunidade

Cadê a Força Gaúcha?

Em junho de 2018, no governo Sartori, a Secretaria da Segurança Pública oficializou a criação da “Força Gaúcha de Pronta Resposta”, formada por um efetivo de 75 agentes. Era composta majoritariamente por policiais militares da reserva e policiais civis aposentados. Também havia peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e bombeiros. A Força Gaúcha tinha como principal objetivo agir contra assaltantes de banco que aterrorizavam cidades do interior do Estado, tendo atuado em mais de 100 municípios onde estas comunidades viviam períodos de aumento nos crimes. Atuou também em outras várias atividades como, auxílio em desastres, reforço no policiamento e em investigações, além de presídios em caso de motins. Mas a Força Gaúcha de Pronta Resposta durou pouco, apenas um ano. Foi dissolvida em 2019 pelo governo de Eduardo Leite, tendo parte dos servidores passado a atuar em delegacias de polícia, policiamento em escolas públicas estaduais, patrulhamento e fiscalização ambiental, além da gestão e guarda externa de estabelecimentos prisionais. Para o coordenador da Força Gaúcha à época de sua criação, tenente-coronel da reserva da Brigada Militar, Alexandre Augusto Aragon, o encerramento das atividades da unidade foi uma perda para as comunidades do interior, uma vez que sua atividade itinerante, estando em determinado momento em uma cidade, depois em outra, inibia a ação de assaltantes de banco, uma vez que não sabiam onde a tropa estava. Perdeu a população. De novo!

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Agronegócio e coronavírus: uma ligação pra lá de suspeita

A destruição do meio ambiente para produção de itens como carne e soja liberta vírus e doenças desconhecidas.

Najar Tubino – Brasil de Fato

Terras da floresta Nacional de Jamanxim, no Pará, queimadas ilegalmente para abrir espaço para a criação de gado.

O agronegócio não é pop, como diz a propaganda oficial na maior rede de televisão aberta. O agronegócio mundial consome 2,3 bilhões de quilos de agrotóxicos, ou seja, veneno, e 80% de 1,5 bilhão de hectares de terra do planeta.

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CRÔNICAS CURTAS – Quem usa e quem não usa internet no Brasil – Pré-candidaturas – Candidatos a bom salário

Acesso à internet

A pandemia de covid-19 trouxe à tona uma realidade que por vezes foi ignorada no Brasil: a falta de acesso à internet. A necessidade do isolamento social por conta do novo coronavírus, torna o momento decisivo para se aprofundar na discussão sobre o tema e conhecer quem está sendo deixado de lado. Uma vez que o ensino à distância tem sido uma condição para garantir a aprendizagem de crianças e adolescentes durante a pandemia, o acesso à internet de qualidade passa a ser uma questão central para as famílias. Hoje, 46 milhões de brasileiros não têm acesso à internet. Desse total, 45% explicam que a falta de acesso acontece porque o serviço é muito caro e para 37% dessas pessoas, a falta do aparelho celular, computador ou tablet também é uma das razões. De acordo com a pesquisa TIC Domicílios, realizada em 2019, 74% da população brasileira tinha acesso à internet, o que correspondia a 134 milhões de pessoas e 71% dos lares do país. Segundo a pesquisa, o usuário de internet no Brasil é predominantemente urbano; escolaridade maior, principalmente médio e superior; tende a ter idade entre 10 e 45 anos; e sobretudo das classes altas, A e B.

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Crônicas Curtas – Unidos pelo fim da Lava Jato – Candidato corrupto e eleitor desonesto – Violência em campanhas eleitorais

Unidos pelo fim da Lava Jato

O procurador-geral da República, Augusto Aras, parece estar definitivamente disposto a acabar com a Lava Jato. A ofensiva dele na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba lança incertezas sobre o destino da operação que desbaratou um esquema bilionário de corrupção e levou à cadeia importantes líderes como o ex-presidente Lula. Até o próximo mês (setembro), Aras vai decidir o futuro do grupo coordenado pelo procurador Deltan Dallagnol, mas já deixou claro que pretende impor uma “correção de rumos” com a adoção de um novo modelo de investigação. Depois das interferências políticas do governo na Polícia Federal, no Coaf e na Receita Federal, a Lava Jato virou a bola da vez, alvo de um “alinhamento de interesses” nos bastidores que inclui Aras, o presidente Jair Bolsonaro, uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) e partidos de variados espectros ideológicos, incluindo figuras do Centrão, bolsonaristas e da oposição, enfim, toda a alcateia corrupta, inclusive parlamentares do PT elogiaram a postura de Aras. Eles abominam a Lava Jato. Chega dar calafrios lembrar o calote eleitoral que Bolsonaro aplicou no eleitorado que o elegeu confiante no discurso que prometia “apoiar a Lava Jato e combater a corrupção”.

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CRÔNICAS CURTAS – Artimanhas típicas eleitorais – Escola Pública – PT divulga pré-candidatos à majoritária

Nos moldes de 2004

Pelo que se vislumbra, e de acordo com fontes dos bastidores políticos, na coligação Aliança por Santo Augusto, MDB, PP, DEM e PSDB, se acirram os desencontros em torno da definição dos pré-candidatos a prefeito e vice. De um lado, o MDB e PP trancam pé mantendo a dupla Naldo e Marcelo como pré-candidatos à reeleição. O DEM e o PSDB não concordam e defendem que agora é a sua vez de lançar candidatos à majoritária. E aí cria-se o impasse. E bota impasse nisso. Se não houver a flexibilização de um ou de ambos os lados, não dá acordo. É autêntica repetição do que ocorreu em 2004 quando o PMDB rompeu com a Aliança. Ambos parecem irredutíveis. E a rejeição maior, além de algumas ideologias conflitantes, são os nomes disponíveis e aventados como pré-candidatos que, como não bastasse a escassez de nomes, alguns estão desgastados perante a opinião dos outros, ou seja, os nomes do MDB e PP não caem mais na simpatia do DEM e do PSDB, e vice-versa. Assim, o único jeito de a Aliança ser mantida seria a aparição de um candidato conciliador, sem desgaste, com viabilidade eleitoral e que agradasse a ambos. Do contrário, a divisão estará consolidada.

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