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Com a banalização da morte e a certeza da impunidade, os bandidos extrapolam todos os limites

Violência fora do controle

Com a banalização da morte e a certeza da impunidade, os bandidos extrapolam todos os limites, evidenciando que a violência está totalmente fora do controle do Estado. O crime não escolhe hora nem local e não poupa ninguém; explodiu não apenas em quantidade, mas também em brutalidade, e a selvageria transborda para todos os lugares. E aí, em meio à crise financeira e à inércia do Estado, como interromper essa rotina macabra? E os criminosos sentiram que o Estado se encontra à sua mercê, que o risco de ser apanhado é mínimo, que podem cometer crimes sem se incomodar. Isso soa como convite e estímulo a se entregarem à selvageria.

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A violência contra pessoas idosas é uma epidemia silenciosa e que acontece, na maioria das vezes, dentro de casa

Violência contra idosos

Sucessivas pesquisas e censos demográficos apontam para um significativo crescimento da população idosa em relação aos demais grupos etários. Dos atuais 11,3 milhões de habitantes no Rio Grande do Sul, 1,8 milhão está na faixa acima dos 60 anos, o que representa 16,06% da população total. No Brasil, o número de pessoas acima dos 60 anos superou os 30 milhões em 2017. Essa mudança de perfil social expõe um problema praticamente desconhecido até bem pouco tempo para a sociedade: “a violência contra pessoas na velhice”. Esta é uma epidemia silenciosa e que acontece, na maioria das vezes, dentro de casa. Para dar visibilidade ao problema, 15 de junho foi instituído como o Dia Mundial de Enfrentamento à Violência Contra Idosos.

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Posse e porte de armas – há muitas distorções – o governo flexibilizou a posse, mas não liberou o porte

Sobre armas

Em 15 de janeiro deste ano Bolsonaro assinou o decreto presidencial nº 9.685, que altera o Estatuto do Desarmamento, flexibilizando o acesso a armas. O decreto institui transformações significativas no que diz respeito ao registro e posse de armas. Quanto ao porte, nada foi alterado. Portanto, não confunda, permanece a proibição para portar arma. Andar armado, sem o respectivo porte, é crime. A mudança instituída pelo decreto diz respeito à exigência de comprovação da efetiva necessidade de ter uma arma em casa ou no local de trabalho, desde que seja responsável pelo estabelecimento. Antes, o cidadão precisava comprovar essa necessidade junto à Polícia Federal. Com o novo decreto essa exigência deixa de existir, desde que se inclua em um dos grupos de pessoas que podem adquirir armamento, como profissionais da área de segurança; moradores de áreas rurais; moradores urbanos em locais de elevado índice de violência; comerciantes; colecionadores.

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Projeto do governo com pontos polêmicos para obtenção da CNH

CNH – validade

Nesta terça-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro entregou à Câmara dos Deputados, o projeto de lei que altera as regras da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O projeto prevê o aumento do prazo de validade da carteira de habilitação de 5 para 10 anos. A extensão do prazo é válida para pessoas que têm até 65 anos. Após essa idade, a renovação passa a ser de 5 em 5 anos. As carteiras emitidas antes da entrada em vigor da lei ficam automaticamente com prazo de validade prorrogado.

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O professor não é educador, sua missão é ensinar, instruir. Educar cabe à família.

Professor não é educador

Creio que por reflexo do politicamente (in)correto, “professor” passou a ser denominado “educador”, abandonando a honrosa terminologia que legitima e identifica o mestre. Nesse sentido, me deparei com o polêmico livro escrito pelo filósofo Armindo Moreira, que há mais de 40 anos é professor desde o ensino fundamental até o ensino superior, para o qual, educar e instruir são coisas muito diferentes. Moreira teoriza que educar é promover, na pessoa, sentimentos e hábitos que lhe permitam adaptar-se e ser feliz no meio em que há de viver, enquanto que, instruir é proporcionar conhecimentos e habilidades que permitam à pessoa ganhar seu pão e seu conforto com facilidade. O professor não deve ser educador de seus alunos, pois a verdadeira função do professor é instruir. A missão de educar cabe à família. Assim, e por isso, cruzamos na vida com pessoas instruídas e mal-educadas; e conhecemos analfabetos com esmerada educação. Educar é missão própria dos pais. Tanto quanto o pão, os pais devem dar educação aos seus filhos. O livro traz um alerta: Os frutos resultantes das campanhas em massa dizendo que o dever de educar cabe à escola e, ao mesmo tempo, desautorizando os pais e a família da responsabilidade de educar seus filhos, estão visíveis por aí: aumento de analfabetos funcionais, aumento de vagas de mão-de-obra pelas empresas por falta de capacitação, entre outras tantas.

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Sancionada lei que permite internar usuário de droga à força

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com muitos vetos, uma lei com mudanças na política contra drogas. O texto agora prevê e facilita a internação involuntária de usuários de droga, quando ocorre sem o consentimento.

A lei diz que ela se dará a pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad), com exceção de servidores da área de segurança pública.

Presidente Jair Bolsonaro, em Brasilia. 27/11/2018. REUTERS/Adriano Machado
Presidente Jair Bolsonaro, em Brasilia. 27/11/2018.

A internação involuntária só deverá ocorrer após a formalização da decisão por médico responsável, será indicada depois da avaliação sobre o tipo de droga utilizada, o padrão de uso e na hipótese comprovada da impossibilidade de utilização de outras alternativas terapêuticas previstas na rede de atenção à saúde.

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Nível de homicídios sobe 47% na ultima década no Rio Grande do Sul, segundo Atlas da Violência 2019

Estudo afirmou ainda que em 5 anos o estado teve um aumento de 32,4% nos homicídios. (Foto: Reprodução)

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“Não vou resolver na raça”, disse o presidente Bolsonaro, em entrevista exclusiva à Veja

Bolsonaro fala dos erros e dos acertos do governo, de Fabrício Queiroz, de Olavo de Carvalho, de Lula e do dia em que teve o encontro com a morte

A entrevista com Jair Bolsonaro estava marcada para as 10 horas de quarta-feira. Às 10h15, um ajudante de ordens indicou o caminho do gabinete, que fica no 3º andar do Palácio do Planalto. O presidente explicou o motivo do atraso: meia ­hora antes, ele decidira ir ao Congresso Nacional prestigiar uma homenagem que estava sendo feita ao comediante Carlos Alberto de Nóbrega, apresentador do programa A Praça É Nossa, de quem se diz fã. O problema é que ele não avisou ninguém com antecedência. Assessores, cerimonial, equipe de segurança — todos foram apanhados de surpresa. Acompanhado do general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o presidente atravessou a pé os cerca de 100 metros que separam o Planalto do Congresso. De volta, fez piada com a suposta dificuldade de Heleno, de 71 anos, em completar o trajeto. “Ele está meio empenado, mas me garantiu que o problema é apenas da cintura para cima”, disse, rindo. Formalidade não é a principal virtude do presidente.

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Bolsonaro e Macri querem retomar projetos de barragens no Rio Uruguai

Licenciamento ambiental da barragem Panambi foi suspenso pela Justiça. (Foto: Reprodução/MP-RS)

Grasiele Berticelli – MAB-RS

No dia 21 de maio, aconteceu em Brasília, a portas fechadas, uma reunião no Ministério de Minas e Energia para discutir a construção de novas barragens no Rio Grande do Sul, como o complexo hidrelétrico binacional Garabi-Panambi e a barragem de Iraí, ambas no rio Uruguai. A reunião foi articulada pelo senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) e contou com a presença da Eletrobras, Agência Nacional de Energia Elétrica e representantes da Associação dos Municípios da Grande Santa Rosa-RS.

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Agrotóxicos podem ser a causa de casos de câncer e malformação?

Por Luana Rocha, Agência Pública/Repórter Brasil

Essa é a pergunta estudada por pesquisadores do Brasil e do mundo. Casos no Mato Grosso, maior consumidor de agrotóxicos do país, chamam a atenção pela alta incidência de doenças nas regiões de maior produção agrícola

O menino Kalebi Luenzo tinha pouco mais de dois anos quando, de repente, começou a andar com dificuldade. Preocupada, Elisângela, sua mãe, levou a criança ao médico: ele tinha leucemia. Kalebi cresceu próximo a uma plantação de algodão, em Lucas do Rio Verde, conhecida no Mato Grosso como capital da agroindústria.

A força do agronegócio no estado seria um dos motivos para a falta de políticas de atenção às vítimas dos agrotóxicos, aponta ex-coordenadora do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador em Sinop. Foto: Lunaé Parracho/Agência Pública/Repórter Brasil

 

O mecânico de tratores Antonio Correa mudou-se para Tangará da Serra em busca de oportunidade de emprego no crescente setor agropecuário mato-grossense. Depois de dois anos trabalhando em fazendas de soja, teve sua primeira filha, Emanuelly, que nasceu com espinha bífida – tipo de malformação congênita que provoca problemas motores e compromete o funcionamento da bexiga e do intestino.

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