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Eleições 2020: conheça regras e saiba o que candidato e eleitor podem e não podem fazer

Pouco mais de 147,9 milhões de eleitores estarão aptos a comparecer às urnas nos próximos dia 15 (primeiro turno) e 29 (segundo turno) de novembro para escolher 5.568 prefeitos, 5.568 vice-prefeitos e 57.942 vereadores em todo o Brasil, segundo informações da Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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CRÔNICAS CURTAS – Alternância é a praxe – Maturidade política – É no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam – Semana Farroupilha virtual

Alternância é a praxe

A alternância no poder, em Santo Augusto, já é uma tradição, uma praxe. Por esse indicativo, a oposição, no caso atual, formada por PDT/DEM e seus coligados, deve estar alimentando sim a ideia de, efetivamente, voltar ao poder nas eleições municipais deste ano. Sem esquecer que o PT, também de oposição, está no páreo concorrendo em chapa pura. Então, veja bem, se a alternância já é acontecimento político eleitoral naturalmente sistêmico por aqui, o atual prefeito, desfalcado de cinco dos sete partidos que o guindaram ao poder, deve estar muito confiante no próprio taco para buscar a reeleição. Para a eleição deste ano há um diferencial importante em relação às vezes que outros prefeitos concorreram à reeleição. Agora, as duas chapas de oposição são integradas por estreantes, que nunca concorreram a cargo político eletivo, tanto as pré-candidatas a prefeita como seus vices são novos na política. Esse diferencial pode pesar, e muito. O eleitor terá a oportunidade de optar pela renovação, por novos métodos, por novas pessoas e novas ideias para administrar o município; ou deixar tudo como está, reelegendo o prefeito que já governou o município por duas vezes e busca um terceiro mandato. Afinal, a decisão é sua, eleitor. A mesa está sendo posta. Sirva-se. Ah, um lembrete: vote com consciência.

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Crise do coronavírus atinge mais os sem carteira ou CNPJ no Rio Grande do Sul

O trabalho informal foi mais prejudicado pela etapa inicial da crise do coronavírus no Rio Grande do Sul. No segundo trimestre, dos 436 mil profissionais que perderam a ocupação no setor privado, 264 mil atuavam sem carteira assinada ou CNPJ. Ou seja, o grupo sem registro formal respondeu por 60,6% das vagas destruídas entre abril e junho, na comparação com o período de janeiro a março.

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Setenta quilos de cocaína são encontrados enterrados em praia no litoral gaúcho

A Polícia Civil encontrou, na madrugada desta segunda-feira (07), 70 quilos de cocaína enterrados na areia da praia do Mar Grosso, em São José do Norte, no Litoral Sul do RS.

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Chama Crioula é acesa em Porto Alegre

A Chama Crioula, um dos maiores símbolos da cultura gaúcha e ato inaugural dos Festejos Farroupilhas a cada ano, já está acesa em diversos pontos do Rio Grande do Sul, inclusive em Porto Alegre. A chama foi retirada da pira da pátria no final da tarde desta segunda-feira (7) no Parque Farroupilha, sendo conduzida em cavalgada até a sede da 1ª Região Tradicionalista, na zona Sul.

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Polícia recupera carreta carregada com carga de agrotóxicos avaliada em R$ 1,6 milhão no Norte do RS

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) recuperou uma carreta roubada carregada com agrotóxicos, na noite de domingo (06), na BR-285, em Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul.

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Apoiadores da Lava Jato fazem carreatas pelo País

Apoiadores da Operação Lava Jato realizaram atos em defesa da continuidade da força-tarefa neste domingo, 6. De acordo com o movimento Vem Pra Rua, um dos responsáveis pela convocação das manifestações, carreatas foram realizadas em 15 Estados do País.

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CRÔNICAS CURTAS: A história se repete, ao inverso; Participação cidadã; O poder pelo poder; Voto de cabresto e coronelismo

A história se repete

O filósofo Karl Marx, em 1852, cunhou uma frase que perdura até nossos dias: “A história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. E de fato, “a história se repete”, e normalmente ao inverso, no sentido contrário, e por vezes, com requintes de ironia. A frase de Marx, ainda que se refira a outros contextos e à conjuntura política da França do século XIX, serve como reflexão, a partir da história, sobre o momento que presenciamos no contexto da política atual de Santo Augusto.

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Senadores criticam veto de Bolsonaro ao auxílio a agricultores familiares

Senadores de oposição criticaram terça-feira (25), o veto do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao PL 735/2020, que estabelece assistência financeiras aos agricultores familiares para diminuir os impactos socioeconômicos durante a pandemia da covid-19. Eles prometeram lutar pela derrubada do veto presidencial.

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CRÔNICAS CURTAS – Cadê a Força Gaúcha? – Indicador de criminalidade – Violência contra a mulher – Estímulos à impunidade

Cadê a Força Gaúcha?

Em junho de 2018, no governo Sartori, a Secretaria da Segurança Pública oficializou a criação da “Força Gaúcha de Pronta Resposta”, formada por um efetivo de 75 agentes. Era composta majoritariamente por policiais militares da reserva e policiais civis aposentados. Também havia peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e bombeiros. A Força Gaúcha tinha como principal objetivo agir contra assaltantes de banco que aterrorizavam cidades do interior do Estado, tendo atuado em mais de 100 municípios onde estas comunidades viviam períodos de aumento nos crimes. Atuou também em outras várias atividades como, auxílio em desastres, reforço no policiamento e em investigações, além de presídios em caso de motins. Mas a Força Gaúcha de Pronta Resposta durou pouco, apenas um ano. Foi dissolvida em 2019 pelo governo de Eduardo Leite, tendo parte dos servidores passado a atuar em delegacias de polícia, policiamento em escolas públicas estaduais, patrulhamento e fiscalização ambiental, além da gestão e guarda externa de estabelecimentos prisionais. Para o coordenador da Força Gaúcha à época de sua criação, tenente-coronel da reserva da Brigada Militar, Alexandre Augusto Aragon, o encerramento das atividades da unidade foi uma perda para as comunidades do interior, uma vez que sua atividade itinerante, estando em determinado momento em uma cidade, depois em outra, inibia a ação de assaltantes de banco, uma vez que não sabiam onde a tropa estava. Perdeu a população. De novo!

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