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Mês: janeiro 2022 Page 1 of 2

Moro diz que recebeu R$ 242,5 mil por mês de consultoria e desafia Bolsonaro e Lula a abrirem suas contas

Em transmissão ao vivo, ex-juiz revelou ainda que recebeu um bônus equivalente a cerca de R$ 800 mil.

BRASÍLIA — O ex-ministro e ex-juiz federal Sergio Moro revelou, durante transmissão ao vivo nas redes sociais, nesta sexta-feira, que recebeu US$ 45 mil por mês — o equivalente a R$ 242,5 mil, na cotação atual — pelo trabalho prestado para a consultoria internacional Alvarez & Marsal, onde trabalhou durante cerca de um ano, entre novembro de 2020 e outubro de 2021, nos Estados Unidos. No total, ele recebeu cerca de R$ 3,5 milhões. A informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim.

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Os detalhes do contrato de Moro com a Alvarez & Marsal. Veja quanto ele recebeu

Sergio Moro recebeu um total de US$ 656 mil nos doze meses em que trabalhou na Alvarez & Marsal, num contrato firmado em 23 de novembro de 2020 e extinto em 26 de novembro do ano passado. Em reais, são ganhos de R$ 3,537 milhões.

Este é o valor que Moro vai divulgar logo mais numa live nas redes sociais e também que a Alvarez & Marsal vai apresentar ao TCU ainda hoje. O objetivo da live é pôr fim a um mistério que cresceu de intensidade a partir de uma investigação aberta em dezembro no TCU por determinação do ministro Bruno Dantas.

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CRÔNICAS CURTAS –

Ligações asfálticas

O governo do Estado, por meio do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), firmou na última segunda-feira (24/1), no Palácio Piratini, 11 convênios com dez municípios para pavimentação e ligações asfálticas a sedes municipais. No total, o investimento nas obras será de R$ 110,3 milhões, sendo R$ 93,7 milhões em recursos do Estado e o restante de contrapartida dos municípios. Os convênios foram assinados pelo governador Eduardo Leite e pelos prefeitos dos municípios de Aratiba, Barão do Rio Azul, Candiota, Erechim, Hulha Negra, Itatiba do Sul, Nova Ramada, Pinhal e Roca Sales. A partir da assinatura dos convênios, a licitação e a execução das obras serão de responsabilidade dos municípios. Também assinaram o documento, o secretário de Logística e Transporte, Juvir Costella, e o diretor-geral do Daer, Luciano Faustino.

Nova Ramada contemplada

Finalmente, depois de mais de duas décadas de espera, Nova Ramada vai ter sua via de acesso asfaltada. Na última segunda-feira (24), em cerimônia no Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite recepcionou o prefeito Marcus Bandeira e comitiva novaramadense, ocasião que foi realizada a assinatura de convênio com o Daer para a realização da obra. O trecho a ser asfaltado será de 10,1 quilômetros, e ligará os bairros Pinhal, Barro Preto, e sede municipal (centro) com a RS-155, na localidade de Macieira, divisa com Santo Augusto. O traçado da rodovia a ser asfaltada será o mesmo onde em 1998, no governo Antônio Brito (MDB), a exemplo de outras na região, foi feita a terraplanagem, nivelamento, bueiros, drenagem e, inexplicavelmente, após as eleições gerais daquele ano, o Estado a abandonou. O custo atual da obra está orçado em R$ 12,5 milhões, dos quais o Estado irá repassar R$ 9 milhões, e o município entrará com a contrapartida de R$ 3,5 milhões. Dos 11 municípios da Associação dos Municípios do Planalto Médio (Amuplam), Nova Ramada é o único que não possui ligação asfáltica.

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78% da Assembleia gaúcha tentará reeleição neste ano

Dos atuais 55 deputados estaduais, três em cada quatro quer vaga na próxima legislatura; oito buscam vaga federal e três o Piratini

Janela partidária, em março, deve movimentar as bancadas na Casa | Foto: Joel Vargas / Agência ALRS / CP

Apesar de faltar oficialmente alguns meses para o início do período eleitoral, na Assembleia Legislativa as eleições de outubro já começam a marcar presença. Dos atuais 55 deputados da Casa, três em cada quatro pretendem retornar em 2023 ao seu assento no plenário 20 de Setembro, oito devem tentar se mudar para Brasília conquistando uma vaga na Câmara Federal e três estão aspirando ao Palácio Piratini, segundo levantamento exclusivo do Correio do Povo.

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As reações na Câmara à tentativa do PT de emplacar uma CPI contra o ex-juiz Sergio Moro

Redação O Antagonista     24 janeiro 2022

O Antagonista ouviu vários deputados, incluindo líderes de bancadas, sobre a iniciativa, que conta com o apoio de bolsonaristas e do Centrão.

Como mostramos ontem, o PT está em busca de assinaturas na Câmara para tentar, em ano eleitoral, emplacar uma CPI que pretende “investigar” Sergio Moro, pré-candidato à Presidência da República.

Para protocolar o pedido de CPI e ficar à espera de uma decisão de Arthur Lira (PP-AL), serão necessárias 171 assinaturas. O PT tem 53 deputados, a segunda maior bancada da Câmara.

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Mercado de Santo Augusto é condenado a pagar indenizações por práticas de consumo abusivas

A pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul em ação civil pública, a Justiça de Santo Augusto determinou, nesta terça-feira, 18 de janeiro, que o Supermercado Santi deverá manter em dia os alvarás de saúde e de localização e funcionamento, além de facilitar e cooperar com os procedimentos de fiscalização eventualmente adotados pelos órgãos de vigilância sanitária ou pelo próprio MPRS.

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CRÔNICAS CURTAS – Novo Ensino Médio – Mexer na CNH de novo? – Médicos pelo Brasil – Feminicídios – Raio-x da Promessas no Executivo e no Legislativo – Crise de credibilidade

Novo Ensino Médio

O Novo Ensino Médio, previsto em lei sancionada há cinco anos, será posto em prática a partir deste ano em todo o Brasil, cujas disciplinas oferecidas não serão as mesmas para todos os estudantes – em parte da carga horária, cada aluno poderá escolher, entre algumas opções, o componente curricular que mais lhe interessa. A implantação se dará em etapas. Em 2022, a mudança abrangerá somente as turmas de primeiro ano do Ensino Médio. Em 2023, serão contemplados os primeiros e os segundos anos. Em 2024, por fim, os terceiros anos também serão agregados.  A reforma trará aumento na carga horária, passando de 800 para mil horas/aula anuais. Aqui no Rio Grande do Sul, a carga horária já era ampliada. Educação Física, Arte, Sociologia e Filosofia, Literatura e Língua Espanhola só farão parte do grupo de disciplinas obrigatórias em um dos três anos – nos restantes, dependerá da área de interesse escolhidas pelo aluno. Na nova estrutura, das 3 mil horas previstas durante o Ensino Médio, até 1.800 horas da carga horária contemplam habilidades e competências relacionadas às 04 áreas do conhecimento: Matemática e suas Tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. E, no mínimo, 1.200 horas são flexíveis e ficarão reservados para a Formação Técnico e Profissional.

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Roteiro de perguntas para Lula

Tenho a opinião de que alguns entrevistadores do pré-candidato Lula à presidência da República têm sido, em geral, bem generosos com ele. 

Sergio Moro

Escreverei quinzenalmente em O Antagonista, vindo direto das páginas da Crusoé.

Neste primeiro artigo, quero fazer uma contribuição para a imprensa. Tenho acompanhado algumas entrevistas no ano de 2022 e tenho a opinião de que, com todo o respeito aos jornalistas, alguns entrevistadores do pré-candidato Lula à presidência da República têm sido, em geral, bem generosos com ele.

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Leite e Sartori lideram intenções de voto no RS, aponta pesquisa

Em cenário sem os dois possíveis candidatos, Onyx Lorenzoni aparece em primeiro na disputa pelo governo gaúcho.

Pesquisa eleitoral sobre governo do RS divulgada nesta segunda

O atual governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ex-governador José Ivo Sartori (MDB) lideram as intenções de voto para as eleições que acontecem em outubro deste ano para decidir quem ficará à frente do Executivo estadual pelos próximos quatro anos. É o que mostra uma pesquisa da RealTime BigData, divulgada nesta segunda-feira (17).

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Sergio Moro: ‘Eleger Lula ou Bolsonaro é suicídio’

Num tom mais agressivo que o habitual, ex-juiz diz que entregar governo ao petista é dar aval à roubalheira e que atual presidente é leniente com a corrupção.

Por Larissa Borges

Desde que anunciou sua pré-candidatura a presidente da República, em novembro passado, a rotina, os hábitos e o comportamento de Sergio Moro mudaram substancialmente. Dois meses atrás, se alguém perguntasse ao ex-juiz a opinião dele sobre o retorno do ex-presidente Lula ao centro do debate político, receberia uma resposta evasiva, insossa, na linha do “eu prefiro não falar sobre pessoas”. Moro demonstrava então uma extrema dificuldade em reagir a ataques, se recusava a criticar de maneira veemente quem quer que fosse e não se sentia à vontade em caracterizar adversários com adjetivos mais contundentes. O máximo que o léxico do ex-ministro da Justiça conseguia produzir em uma situação de confronto era classificar Jair Bolsonaro como “populista” — ainda assim, no calor de sua demissão do cargo e depois de ser xingado de traidor e mentiroso pelo antigo chefe. Se a disputa fosse por uma vaga no Itamaraty, Moro estaria habilitado naquele tempo. Para uma batalha eleitoral que promete ser uma das mais acirradas desde a redemocratização e competindo com profissionais da política, havia dúvidas.

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