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Mês: janeiro 2017 Page 1 of 2

RS tem média de 3,9 estupros por dia em dois anos, apontam dados da SSP

 

 

Entre os números da violência no Rio Grande do Sul apresentados pela Secretaria da Segurança Pública na quinta-feira (26), um é particularmente assustador: Acontecem quase 1,5 mil estupros por ano no estado. Em 2015 foram denunciadas 1.426 ocorrências do tipo. No ano passado, o número foi de 1.425.

 

 

Casos de estupro no estado
 
2015 – 1.426

2016 – 1.425
 
TOTAL – 2.851

MÉDIA – 3,9 casos por dia
 
Fonte: SSP/RS

Ou seja, nos últimos dois anos, a polícia registrou 2.851 estupros. É uma média de 3,9 casos por dia. E um a cada seis horas, durante dois anos seguidos. Os números são oficiais, mas nem sempre representam a realidade. Isso porque a maioria das vítimas ainda tem medo de denunciar.

Dentro de cada um dos inquéritos abertos na Delegacia de Polícia de Porto Alegre, há histórias que revoltam.

"A vítima foi estuprada por diversas vezes pelo acusado, seu pai biológico", diz o trecho de um deles. "O acusado agarrou a vítima e tentou beijá-la a força", consta em outro documento.

"Aos 13 anos, o pai lhe levou para um hotel e lá teve a primeira relação sexual. O pai lhe falava que era normal os pais terem relações sexuais com as filhas", está escrito em mais um deles.

Para a delegada Clarissa Demartini, muitas mulheres sofrem caladas e não conseguem denunciar os crimes a que são submetidas.

“O crime de estupro eu acredito que seja uma das maiores violências físicas e psicológicas à integridade da vitima, então muitas vezes denunciar é reviver tudo aquilo”, observa. A delegada ressalta: o estupro vai além de um ato sexual forçado. Na maioria das vezes, o agressor é o marido, o namorado ou um parente próximo.

“O estupro é o que acontece independente da relação que a vítima estabelece com o agressor, então a gente vai ter estupro entre pessoas estanhas e o estupro também vai acontecer dentro de relações que são afetivas e que são consentidas”, frisa ela.

“Um casal onde, por exemplo, o marido força a mulher a ter relações sexuais também é estupro. O que a gente precisa para configurar o estupro é a negativa de uma das partes”, explica.

Por se sentir desprotegida quando caminha sozinha na rua, a jornalista gaúcha Babi Souza, de 26 anos, criou o movimento “Vamos Juntas”. Ela recebe mais de cem relatos por mês de vítimas de estupro que se sentem desamparadas e até culpadas por sofrerem esse tipo de agressão.

Em 2016, foram 1.425 casos de estupro registrados no RS (Foto: Reprodução/RBS TV)Em 2016, foram 1.425 casos de estupro

registrados no RS (Foto: Reprodução/RBS TV)

“A gente recebe muitos relatos de mulheres que dizem: ‘meu pai ficou sabendo e disse tal coisa, mas o que mais me doeu foi a minha mãe, foi a minha irmã, foi a minha amiga’. Elas pensam: ‘poxa, se ela que é mulher acha que a culpa foi minha, então a culpa deve ser minha mesmo’. É muito triste”, comenta ela.

Entre as cidades que aparecem com o maior número de registros, quatro estão na Região Metropolitana.

“Uma das grandes dificuldades que a gente tem no trato dos crimes sexuais é a questão que a mulher normalmente se sente envergonhada pelo que passou. As mulheres devem se dar conta de que a situação não é de vergonha delas, a vergonha é do agressor que não foi homem o suficiente para respeitá-las. Então elas têm que se empoderar e procurar a delegacia, de modo que essa pessoa seja punida e não repita esse tipo de fato”, afirma a secretária-adjunta da Segurança de Porto Alegre, Cláudia Crucius.

Segundo ela, a Guarda Municipal vai começar a receber treinamento para ajudar as vítimas.

Banrisul pode entrar no acordo, diz Meirelles

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu nesta quinta-feira, segundo o jornal Valor Econômico, que as conversas sobre a negociação de um ajuste fiscal com o Rio Grande do Sul, que terão sequência na semana que vem, incluirão eventual privatização do Banrisul. Ele salientou que, no entanto, esta hipótese ainda está “sob análise”.

 

Mais cedo, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), afirmou que a decisão sobre o que o RS dará como garantias para fechar o acordo com a União é do governador José Ivo Sartori. “Quem vai escolher (o que vender) é o RS”, tergiversou. Ele também evitou atribuir valor à CRM, Sulgás e CEEE, colocadas pelo RS como bens negociáveis. “É um problema do Estado”, completou.

 

 

“É o mesmo desenho do Rio de Janeiro. A União não colocará um centavo. São empréstimos bancários, que terão o patrimônio estadual como garantia. A União será o avalista da operação bancária”, disse, destacando que o Estado deverá oferecer bens – integrantes do patrimônio público – na proporção do valor que deseja tomar como empréstimo federal.

 

Padilha revelou que a oferta de dinheiro será de cerca de 70% do valor estimado dos bens estaduais a serem privatizados. Ele negou, no entanto, que tenha ocorrido, nas reuniões entre o governador e o ministro da Fazenda, pedido de que o Banrisul entre como contrapartida na oferta do empréstimo. O secretário da Fazenda, Giovani Feltes (PMDB), também declarou que a possibilidade de o Banrisul entrar em negociação para recuperação fiscal do Estado “é zero”.

 

Na operação em negociação com a União, um banco federal emprestará dinheiro ao RS, que oferecerá patrimônio como garantia de pagamento para que a União seja avalista da tomada de recursos. A dívida do Estado ficaria suspensa por 36 meses, mas não deixaria de existir. Depois do recurso utilizado pelo Estado e da privatização do bem dado como garantia, o pagamento da dívida deverá ser retomado e o Estado ficará sem o patrimônio liquidado dado como contrapartida do empréstimo.

CAMINHÃO DA PREFEITURA DEPENADO

 

Entre as mazelas, um fato de extremo descaso para com os bens públicos, está no desmonte e sumiço de peças de um caminhão “seminovo”. Este veículo, segundo o secretário, está “sem a caixa de câmbio, sem o diferencial, sem feixe de molas, sem o cubo, sem nada”. O secretário, no entanto, não soube informar se e quais as providências que o prefeito Naldo vai tomar a respeito. O fato, por certo, gera um conjunto de responsabilidades, de tal modo que, se o atual prefeito silenciar a respeito, mesmo que possíveis irregularidades venham de governo(s) anterior(es), poderá estar incorrendo em omissão e até conivência.

 

EXEMPLOS NÃO FALTAM

Na semana passada vimos e ouvimos a questão do ex-prefeito condenado à pena de prestação de serviço à comunidade por irregularidades administrativas durante o mandato. Agora, vem o caso da vereadora de Guaíba, presa por desvio de materiais diversos, inclusive gêneros alimentícios, da Secretaria de Assistência Social, da qual foi titular. São dois exemplos a “não serem seguidos”, porém, que sirvam de advertência aos gestores públicos. Não basta o gestor não ter cometido, não ter praticado a ação irregular ativamente, é preciso que ele não se omita com relação às providências que deverá tomar em razão de seu dever de ofício. A omissão não tem outro nome a não ser, “CONIVÊNCIA”. Diz o adágio: “Não basta ser honesto, tem que parecer honesto”.

 

VEXAME POLÍTICO

 

Foi presa na tarde de segunda-feira (23) a vereadora e ex-secretária de Assistência Social de Guaíba Luciana Kubiaki. Ela é acusada de desviar bens como produtos de limpeza, alimentos, brinquedos e material escolar da prefeitura da cidade. O material foi encontrado em grande quantidade na casa de Luciana e apreendido no último dia 5,por ocasião de cumprimento de mandado de busca e apreensão feito pela polícia civil, cuja procedência, a investigação policial apurou ser, efetivamente, mercadorias pertencentes à municipalidade, onde alguns objetos continham a etiqueta da prefeitura, além de notas fiscais e licitações destinadas à Secretaria de Assistência Social, onde a investigada foi titular.   

Entrevista com Ivo dos Santos Oliveira, Secretário de Obras de Santo Augusto

 

“Recebi a Secretaria de Obras com quatro motores fundidos (três retroescavadeiras e o caminhãozinho da luz)”.

 

Perseverante e cheio de entusiasmo, o Secretário Municipal de Obras, Viação e Trânsito, de Santo Augusto, engenheiro agrônomo e agricultor, Ivo dos Santos Oliveira, diz ter aceitado assumir o cargo de titular da pasta por não ser assustado, gostar de desafios e, por acreditar na sua capacidade e no pessoal que trabalha na secretaria. Humilde, diz que todos os subordinados merecem sua consideração, ressaltando ser pessoa fácil de lidar, desde que seja tudo dentro da lei, e afirma: “Aquilo que estiver amparado pela lei, está comigo. Aquilo que estiver fora não está comigo, não serve, não vai ser feito”. Para falar sobre sua pasta, o secretário Ivo concedeu a seguinte entrevista:

 

– Como gestor da Secretaria Municipal de Obras, que avaliação o senhor faz da estrutura material e humana da pasta?

– Eu fiz um levantamento sobre a estrutura antes de assumir. Não estava nos meus planos ser secretário de obras, mas atendendo ao convite do prefeito Naldo, aceitei. Não sou assustado e gosto de desafios. Acredito na minha capacidade e na capacidade do pessoal que trabalha na secretaria, independentemente de cargo ou função. Todos merecem a minha consideração. Ao assumir eu disse: “eu sou bem fácil de lidar, desde que seja tudo dentro da lei. Aquilo que estiver amparado pela lei, está comigo. Aquilo que estiver fora não está comigo, não serve, não vai ser feito”. Montei a equipe de assessores (o Samuel, o Xará, o Leandro, o Celso Tratch), pessoas altamente qualificadas e comprometidas. Quanto às máquinas, estava feia a coisa. Recebi com quatro motores fundidos (três retros e o caminhãozinho da luz). Eu quero fazer um parêntesis no caso da luz, que está tendo muita demanda e nós não temos condições no momento para atender. Estamos tentando alugar um caminhãozinho para fazer esse serviço até que se faça o motor avariado. As demais, uma patrola estragada, está sendo licitado e, daqui a pouco, estou com as três em dia. Os caminhões eu peguei um por um e fiz o levantamento do que precisava, até para receber, e “tem um só que é sério, esse não tem nada, esse sobrou só a carcaça”, mas não quero entrar nesse detalhe. “Esse caminhão aí não tem caixa, não tem diferencial, não tem feixe de mola, não tem cubo, não tem nada”. “Esse caminhão é seminovo, não sei como é que aconteceu isso, sumiu tudo, desmontaram, e se perdeu”. Mas, o maior problema são as retroescavadeiras. São seis retros, cinco da Secretaria de Obras e uma da Agricultura. Nós estamos trabalhando com duas, apesar de estarem com problema, mas dá para ir trabalhando, cuidando, e três tem que fazer motor. Essa é a situação das máquinas. E os carros pequenos já estamos colocando em ordem, já estando quase tudo em dia. Estou conseguindo, mas eu preciso de tempo, preciso de fôlego, porque se sabe que uma licitação leva na faixa de dois meses e eu não estou nem há um mês aqui. Não é fácil, mas nós vamos buscar soluções. Tenho um pacote de problemas para levar ao prefeito.  

 

“Tem um caminhão que não tem nada, sobrou só a carcaça. Não tem caixa, não tem diferencial, não tem feixe de mola, não tem cubo, não tem nada. É seminovo, não sei como é que aconteceu isso, sumiu tudo, desmontaram, ele se perdeu”.

 

– Com relação ao caminhão “depenado”, quais as medidas administrativas adotadas para apurar as responsabilidades?

– Eu não tenho conhecimento, não sei se o prefeito vai abrir uma sindicância ou não. Não sei se isso não vem se arrastando de longe. Alguma coisa tem que ser feito. Funciona assim: para fazer uma licitação, tem que ser feita uma relação de peças e, para fazer essa relação de peças, tem que desmontar e foi por aí que aconteceu. Não sei em que administração, essas peças foram se perdendo e hoje não tem essas peças, tem só a carcaça.

 

– E o quadro de pessoal?

– Tem servidores se aposentando, outros de férias, e tem gente que está entrando. Fiz pedido de dois operadores concursados, um já foi nomeado e o outro deverá estar sendo nomeado em breve. Estamos com carência, também, de carpinteiro, pedreiro e serviços gerais, os demais cargos estão preenchidos. Quero ressaltar aqui, que o pessoal pintava muito feio a Secretaria de Obras, mas não é bem assim, eu acredito nas pessoas. Num grupo sempre tem alguém de conduta inadequada, mas aí tem que se tratar o caso com jeito, às vezes falta só uma atençãozinha. Estou me dando bem com a turma, são gente boa, são trabalhadores, estão vestindo a camisa junto comigo, estão entendendo a dificuldade, até por falta de máquinas, tem que estar “apagando fogo”. Procuro entender, ouvir o servidor, conversar com ele, valorizá-lo. 

 

– Quais são suas metas de trabalho?

– É simples. Sempre gostei de trabalhar com prioridades. Estamos com dificuldade de máquinas conforme dito, mas as metas primeiras na minha gestão são: silagem, com foco na produção leiteira; açudes é outra meta importante a perseguirmos, mudando alguns procedimentos. Fazer uma poça e tratar como açude, como vinha sendo feito, não vai mais acontecer. Nós queremos projeto. O açude deverá ter uma comporta, análise do solo, análise da água. Enfim, que o agricultor possa produzir e vender o peixe produzido no seu açude. E a prefeitura vai investir nisso. Qual será o retorno? É que o produtor de peixe emita nota da venda feita (questão a ser implementada na sequência através do setor competente), e possa trazer e vender o peixe na cidade às claras e de acordo com a lei, sem os transtornos da fiscalização sanitária e fiscal. Outra meta prioritária são as estradas, cuidando das sarjetas que hoje estão quase todas entupidas, o nivelamento e cascalhamento, para oferecermos transporte seguro de alunos, da produção de leite, que são feitos diariamente. Outra meta é para com a questão da água no interiordo município. São 32 poços artesianos fornecendo água para os moradores, porém há necessidade de que os usuários se organizem ou reorganizem em associações para o bom gerenciamento do setor. Quero ressaltar que estamos presentes em todos os locais de demanda, temos que conhecer de perto e sentir os problemas. Não tomamos nenhuma decisão sem ter conhecimento pessoal, indo in loco, tanto em relação às estradas como em todas as demandas.

 

– Como está a questão da iluminação pública? 

– Como disse, estamos meio parados por causa da reforma do motor do caminhão. Mas, tem um setor específico para tratar da iluminação pública, que trabalha para corrigir o que está errado e fazer funcionar. Para detectar a necessidade de reposição de lâmpadas, durante a noite um funcionário recorre a cidade e identifica o local de falta de iluminação, e em horário de expediente a equipe fará a substituição ou eventual reparo para restabelecer a iluminação pública no setor. Faremos também, através do rádio, uma tentativa de conscientização para a não depredação da iluminação pública, casos que ocorrem com frequência.

 

– E a questão do lixo e entulhos? 

– É pretensão da administração “refazer a Utar”.  Quanto ao lixo hospitalar estamos ultimando as tratativas e os contratos já acertados; o lixo urbano está sendo recolhido regularmente e transportado para Giruá, conforme acordo contratual que já vem de alguns anos. Já com relação ao “entulho”, temos um projeto em andamento de um galpão como local de destino, onde uma empresa (já tem interessados de Três Passos, Santa Rosa e Ijuí) lá instalada receberá a tomará conta de todo o processamento até o destino final do produto. Após concretizado esse projeto, todo aquele que produzir entulho (pessoa física ou empresarial) deverá seguir as normas legais estabelecidas, sujeitando-se a colocar nos vasilhames apropriados e de forma separada por tipo. Portanto, vai acabar o argumento de que deixa acumulado na rua porque não tem onde colocar. A partir daí, quem produzir entulho terá o dever de recolher para o destino, onde vai ser aproveitado, para o que na cidade já existem três empresas habilitadas para prestar esse serviço. Porém, a prefeitura estará dando total apoio durante o período de transição, até que o projeto se consolide totalmente.

 

– Praça Pompilio Silva?

– A praça tem vários problemas. Vândalos quebram torneiras lá existentes para irrigar as plantas; quebram torneiras e vasos dentro dos banheiros; sujam, fazem de tudo dentro dos banheiros. Tem gente que está cuidando lá, mas, de noite, está tendo problema até de risco, é uma coisa séria. Então temos que tomar uma providência, podendo ser contratada uma equipe ou uma empresa prestadora de serviço, para encarregar-se de cuidar da limpeza e preservação de todo aquele patrimônio, incluindo brinquedos, academia ao ar livre e também de remodelar a praça. Hoje, estamos mantendo limpa, está se cortando grama e ajeitando, o chafariz dá problema seguido, estamos tentando resolver de uma vez por todas. Porém, ainda não foi definido para que secretaria irá ficar, provavelmente vai ser pra nós. 

 

– Placas aéreas indicativas ao longo das avenidas, do Comércio e Pedro Campos? 

– Essas placas estão deslocadas, fora de posição, e já era para termos recolocado elas na devida posição, trazer ao normal, cumprir a função que elas têm que cumprir. Só que, no momento não temos o caminhãozinho em funcionamento, mas estamos tentando uma alternativa para resolver. Outra questão é achar uma maneira de travar a placa em cima para que ela não se mova com a força do vento. Também, o hospital está pedindo uma placa de silêncio ali perto, mas tudo tem que passar pelo Conselho. Mas já foi dado andamento e em seguida será colocada a placa lá, através do Departamento de Trânsito.

 

– E os acessos às propriedades rurais?  

– Tem metas para isso aí também. Nós vamos fazer um projeto de todas as estradas para asfaltar. Veja bem, eu disse um projeto, nós não vamos asfaltar. Por que esse projeto? Essa é uma meta do Dr. Naldo, que ele pediu e nós vamos fazer. Porque se fizermos um projeto sabemos onde vai precisar um bueiro, onde fazer ou melhorar uma entrada para o agricultor. Então, depois desse ligeirão que estamos fazendo agora na recuperação das estradas, nós vamos fazer esse trabalho. Quanto ao acesso às propriedades, existem máquinas que pertencem à Agricultura, uma retro, um caminhãozinho, mais um trator, enfim. Mas, nós estamos trabalhando junto. Então, a ideia é que uma equipe vá fazendo a estrada principal e essas máquinas que são destinadas para a Agricultura vão fazendo da estrada pra dentro. Vão fazendo o bueirinho, vão baixar a estrada se precisar, adequações, não colocar água para dentro da estrada, colocar cascalho, e até limpar um silo se for o caso, já aproveita e faz, assim como um cascalhamento ali por causa das vacas, pra não ficar atolada no barro. Então, está tudo programado para fazer assim. Vai ter essa sequência, eles vão indo atendendo lateralmente as propriedades.

 

– Outra questão, as reclamações dos agricultores quanto à cobrança pelos serviços?

– Muito bom que essa pergunta tenha sido feita. Eu falei que tem gente boa aqui, falei que eu acredito nas pessoas e falei que eu acho que o meu quadro de pessoal aqui, a grande maioria, é de gente ciente e responsável, profissionais. Realmente estavam acontecendo essas coisas aqui. Como eu falei, pedi para o Dr. Naldo vir aqui e me apresentar e dizer que tudo que fosse fazer passasse por mim. Mas isso que foi questionado não existe mais. Isso cessou, acabou. Porém, vai ter coisas que vão ser incentivadas e incentivos a gente não vai cobrar, mas vai estar respaldado pela lei. Outras vão ser cobradas, também com respaldo na lei, com base numa tabela oficial. Se alguém solicita um serviço, recebe uma ordem de serviço, vai na prefeitura, recolhe a taxa, vem aqui e o serviço vai ser executado na medida do possível, obedecendo aos critérios pré-estabelecidos. Tem exceção? Tem exceção, se for coisa urgente, vai passar na frente. Senão, vai seguir a ordem, não interessa de quem venha o pedido. Aliás, é pedido meu antes de assumir, “que o prefeito não me desautorize”. E tem a parte social que eu acho que nós não podemos esquecer, e nós não estamos esquecendo. Se a pessoa vem aqui e precisa e não tem como, nós vamos fazer. E outra coisa importante: a prefeitura não deve concorrer com empresa ou com quem está instalado com prestação de serviço a terceiros. A prefeitura não pode ser concorrente no mercado de trabalho.

 

– Considerações finais:

– Agradecer pela iniciativa da entrevista, porque é bom que o pessoal saiba que a gente está com dificuldade. Mas, nós vamos chegar lá. O que eu quero dizer mesmo para encerrar é o seguinte: eu nunca pensei em vir aqui, mas me escolheram e acharam que eu tenho condições aqui e eu entrei não foi pra brincar, eu entrei aqui pra fazer. Como dizem o Marcelo e o Naldo, nós estamos respaldados por ética. Eu tenho família, as minhas irmãs me cobraram “ó, tu vai aceitar, mas tu vai ser a diferença”. Eu digo “não, isso não precisa nem dizer”. Mas, elas me disseram “a mãe e o pai iam ficar faceiros que tu pegou aquilo lá, porque sabem que…. né”. E assim é o Marcelo, assim é o Dr. Naldo. Que nós viemos pra fazer. O cara que apostou que não era assim verá. É um compromisso, é um desafio e eu vim pra fazer.

 

 

Ler jornal leva o indivíduo a conhecer melhor a sociedade e, consequentemente, a humanidade.

 

Através da leitura descobrimos e aprendemos culturas, histórias e hábitos diferentes, compreendemos a realidade, o sentido real das ideias, vivências, sonhos.

 

 

AMPLIANDO O UNIVERSO

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A informação contribui para a formação integral do indivíduo. O jornal é veículo de informação. Tem de ser, portanto, utilizado como instrumento de conhecimento sobre os acontecimentos da cidade, região, estado, país, mundo.

 

 

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“Ler jornal leva o indivíduo a conhecer melhor a sociedade e, consequentemente, a humanidade”.

Enterro de Teori Zavascki será sábado em Porto Alegre, diz filho

 

O velório do ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em Paraty, litoral fluminense, na tarde de quinta-feira (19), será realizado no plenário do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Segundo a assessoria de imprensa da corte, a cerimônia está marcada para as 11h deste sábado (21), e o corpo será sepultado às 18h no Cemitério Jardim da Paz.

"Embora ele tenha nascido em Santa Catarina, veio cedo para Porto Alegre, cidade do coração, e quando ele se aposentasse, ele tinha essa pretensão de voltar a morar aqui. Os filhos e boa parte da família estão aqui", justifica Francisco Zavascki, filho do ministro.

Teori atuou no tribunal federal entre os anos de 1989 e 2003. Nos últimos três anos, foi presidente da corte, que é considerada sua casa pela família. Francisco prevê que a liberação do corpo de Teori ainda na tarde desta sexta, quando teria início o velório, até o sepultamento no sábado (21).

Corpo do ministro Teori Zavascki será velado em Porto Alegre (Foto: Guacira Merlin/RBS TV)Corpo do ministro Teori Zavascki será velado em

Porto Alegre (Foto: Guacira Merlin/RBS TV)

A carreira de Teori teve início em Porto Alegre. Em 1972, ele se formou em Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde concluiu mestrado e doutorado na área de Processo Civil. É natural de Faxinal dos Guedes, Santa Catarina.

O ministro foi juiz do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre, de 2001 a 2003, e também fez parte do Tribunal Regional Eleitoral gaúcho. Indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), tomou posse como ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em novembro de 2012, ingressou na mais alta corte nacional. Confira aqui a trajetória de Teori.

A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05. Mais tarde, também foram confirmados os óbitos do empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do Hotel Emiliano, na Zona Sul de São Paulo, e do piloto da aeronave, Osmar Rodrigues. O avião pertencia ao grupo do hotel.

Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), outras duas pessoas também estavam a bordo. A identificação delas não foi divulgada. G1RS

Ele demonstrou preocupação com o que vinha, diz filho de Teori Zavascki

 

Relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki vinha demonstrando "preocupação com o que tinha para acontecer" por conta das informações a que teve acesso, diz Francisco Prehn Zavascki, filho do magistrado. Teori, que morreu nesta quinta-feira (19) na queda de um avião em Paraty (RJ), estava prestes a homologar a delação premiada de ex-executivos da empreiteira Odebrecht, envolvida no esquema de corrupção na Petrobras.

“Ele demonstrou bastante preocupação com o que vinha. Ele realmente estava muito preocupado com o que tinha para acontecer. Ele teve acesso a informações que tinham deixado ele bastante preocupado com o futuro das coisas”, afirmou Francisco ao receber a reportagem do G1 em seu escritório no bairro Boa Vista, na Zona Norte de Porto Alegre, na manhã desta sexta-feira (20).

Teori morte_JG (Foto: reprodução/TV Globo)Teori tinha todo processo da Lava Jato na cabeça,

diz filho Francisco (Foto: Reprodução/TV Globo)

O filho do ministro do STF diz que, em conversa recente, o pai não falou sobre particularidades das delações. Francisco lembra que Teori era uma pessoa reservada e que tinha todo o processo da Lava Jato na cabeça.

“Ele não entrou em detalhes, só realmente demonstrou preocupação. Por isso, ele queria fazer [a homologação] o mais rápido possível, dar início às investigações e cumprir o papel dele. Ele tinha todo o processo na cabeça. Toda a estratégia de como seguir daqui a diante. Acho que se perde uma quantidade de informação muito grande”, afirmou.

Agora, a homologação das delações premiadas pode sofrer atraso até que seja designado um novo relator para tratar dos processos contra políticos no Supremo Tribunal Federal.

Especulações sobre morte

Indagado a respeito das especulações sobre a morte do pai, Francisco afirma que “seria leviano” fazer qualquer conclusão, e deixa para a investigação concluir as circunstâncias da queda do avião. Entretanto, afirmou: “não gostaria de ser órfão de um pai assassinado”.

“Seria muito ruim para o país, extremamente pernicioso, que se imagine que um ministro foi assassinado. Que um juiz, seja ele de primeira instância, seja ele do Supremo Tribunal Federal, seja assassinado por causa de um processo que julgue”, afirmou para, então, finalizar com a afirmação que “eu torço para que tenha sido uma fatalidade, que tenha chegado a hora dele”.

O acidente

O avião prefixo PR-SOM era um modelo Hawker Beechcraft King Air C90 e pertencia ao grupo Emiliano Empreendimentos. De pequeno porte, tinha capacidade para oito pessoas.

Segundo a Infraero, a aeronave decolou às 13h01 do Campo de Marte, em São Paulo, com destino a Paraty, e caiu próximo à Ilha Rasa, a 2 km de distância da cabeceira da pista do aeroporto da cidade fluminense. O acidente ocorreu por volta das 13h45.

Ainda não está totalmente claro o que ocorreu. Chovia bastante no momento do queda, segundo imagens de radar. O mau tempo é um fator que pode comprometer a aproximação do aeroporto de Paraty, em que as aterrissagens só podem acontecer em condição visual.

Testemunhas disseram que não houve explosão. Uma delas afirmou ter visto o avião voando baixo ao fazer uma curva e batendo uma das asas no mar.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a documentação da aeronave estava regular. O certificado era válido até abril de 2022, e inspeção da manutenção (anual) estava válida até abril de 2017.

O piloto Osmar Rodrigues, de 56 anos, era conhecido por ser "muito cuidadoso" e chegou a dar palestra para outros pilotos sobre como fazer a rota São Paulo-Paraty, segundo informações do Bom Dia Brasil.



Investigações

A apuração das razões técnicas que contribuíram para o acidente, como a influência do mau tempo, da aeronave e do piloto, ficam a cargo do Cenipa, que esteve no local da queda na quinta-feira. Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) irão apurar se houve eventual intenção deliberada de derrubar o avião.

O MPF de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro, abriu inquérito a respeito. A responsável é a procuradora da República Cristina Nascimento de Melo.

Na PF, o inquérito está sob responsabilidade do delegado chefe da corporação em Angra, Adriano Antonio Soares. O policial aguarda a chegada em Angra de um grupo da PF de Brasília, especializado em acidentes aéreos. G1RS

HILÁRIO. VEREADORES DE HORIZONTINA NA POSSE DO PRESIDENTE AMERICANO DONALD TRUMP

O documento que circula nas redes sociais, cita o nome do Presidente do Tribunal de Contas do RS Iradir Pietroski, como representante do egrégio órgão na viagem e sendo acompanhado dos edís horizontinenses. No expediente, são reiterados os elogios às posições adotadas pelo líder norte americano, muitas delas que chocaram o mundo por usar dose exagerada de preconceito.

Agora, diante da repercussão negativa, aparecem justificativas de que foi apenas uma brincadeira para com uma servidora da casa, que se manifestava indignada pela eleição de Trump, e sua repulsa com as declarações bombásticas aos imigrantes e mesmo xenofóbicas.

Brincadeira? Como assim brincadeira? O pedido está firmado por vereadores, em papel oficial (timbrado) da Câmara de Vereadores. Por isso não se pode nem cogitar hipótese de brincadeira. A função de vereador é e tem que ser exercida com extrema seriedade. Ou estou enganado! Espero que ainda não. Indo parar nas redes sociais, o fato causou estranheza na comunidade. Ora, partir de dentro do parlamento uma brincadeira dessa natureza, não só é de mau gosto, como de extrema irresponsabilidade. É repudiante.

 

Os vereadores firmatários do documento capricharam na justificativa: Eis um trecho: “A Câmara de Horizontina sente-se regozijada e feliz em saber da vitória deste ilustre cidadão que, com sua capacidade e galhardia, venceu todos os obstáculos que os adversários investiram contra suas ideias”.

 

O atual presidente do legislativo de Horizontina, provavelmente acreditando na tese de brincadeira, diz lamentar esse tipo de repercussão negativa justamente quando a política enfrenta um momento tão delicado.

 

Leia a íntegra da carta:

 

 

Foto: Reprodução

ILMO SENHOR
ALESSANDRO RAFAEL DOS SANTOS
DD. Presidente do Legislativo
NESTA

Os vereadores Alessandro Rafael dos Santos e Averí Luiz Padoin, integrantes da Mesa Diretora, através do presente, protocolam petição no sentido que seja endereçada correspondência ao novo Presidente dos Estados Unidos Sr. DONALD TRUMP, parabenizando-o pela brilhante vitória conquistada no pleito da maior potência do Planeta, bem como, manifestando o desejo desta Casa em comparecer a Solenidade de Posse, representado no ato pelos Vereadores peticionários.

JUSTIFICATIVA

Como é do conhecimento da população mundial, a eleição para Presidente dos Estados Unidos mobiliza a mídia de todo planeta. No corrente ano, o pleito surpreendeu o Mundo face ter elegido este cidadão de grande envergadura com propostas ousadas criticando a invasão de imigrantes, aprovando a xenofobia e impedindo algumas propostas que enaltecia demasiadamente o sexo feminino.

A Câmara de Horizontina, sente-se regozijada e feliz em saber da vitória deste ilustre cidadão que com sua capacidade e galhardia venceu todos os obstáculos que os adversários investiram contra suas ideias.

Outrossim, os Vereadores solicitantes em contato com o Presidente do Tribunal de Contas do estado do Rio Grande do Sul, Sr. Iradir Pietroski, receberam a confirmação de que este representaria a egrédia corte na solenidade de Posse e acompanharia os Vereadores de Horizontina. 

Assim sendo, ratificamos nossas congratulações e aguardamos a confirmação para a participação da Câmara de Vereadores de Horizontina e do Tribunal de Contas na posse.

Horizontina, 10 de novembro de 2016.

Ver. Alessandro Rafael dos Santos – PTB

Ver. Averí Luiz Padoin – PP

Associação Santoaugustense de Proteção aos Animais ASAPAN

Cães soltos na rua perturbam as pessoas e o trânsito, e causam riscos à saúde pública

 

ASAPAN

A Associação Santoaugustense de Proteção aos Animais – ASAPAN – que tem por finalidade promover a conscientização da comunidade para a guarda responsável, cuidados e proteção aos animais, é formada por um grupo de mais de 30 pessoas que prestam serviço voluntário e gratuitamente, principalmente retirando animais da rua e dando a eles os cuidados necessários, sustentando-se com doações de colaboradores e com serviços de profissionais, também voluntários, já que o Poder Público em nada contribui. No entanto, esse voluntariado vem sendo criticado e “desrespeitado”, de forma injusta, por algumas pessoas através das redes sociais.

 

A PROPÓSITO

Cães e gatos na rua perturbam as pessoas, atrapalham o trânsito, aumentam a procriação, trazem riscos à saúde pública. Para evitar estes transtornos e para proteger esses animais é que a ASAPAN existe. Portanto, se não quer ajudar, pelo menos não atrapalhe. 

 

Governo Naldo promete efetiva inclusão de Santo Augusto na Rota Turística do Yucumã e, também, retomar o projeto Trilha das Orquídeas

A orquídea da foto é herança do início do projeto, plantada em uma árvore na praça central da cidade

 

O TURISMO EM SANTO AUGUSTO

O atual prefeito de Santo Augusto, Dr. Naldo Wiegert, já havia governado o município no período 1997/2000. Naquela gestão foi criada a Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo no Município. A pasta, que tinha na titularidade o professor Odilon Gomes de Oliveira, tomou iniciativas importantes no setor do turismo, entre elas, em 1999, a criação do Conselho Municipal de Turismo e o Fundo Municipal de Turismo. Participou ativamente, em 1998, da criação do Consórcio Intermunicipal de Turismo da Rota do Yucumã integrado por 30 municípios da região, objetivando desenvolver o turismo e, consequentemente, aquecer a economia na agroindústria e novas atividades no comércio, de modo a fortalecer a hotelaria, gastronomia, artesanato e outros.

 

TRILHA DAS ORQUÍDEAS

Outro projeto levado a efeito na época foi a “Trilha das Orquídeas”, com destaque para a atuação do denodado e então secretário professor Odilon. O projeto visou à reposição de orquídeas nas árvores, como era antes do desmatamento e, entendendo serem pontos apropriados para a finalidade, definiu a Estância de Rodeios Nerci Liberato que possui área de 26,5 hectares arborizada; a praça Pompilio Silva, avenidas da cidade e propriedades rurais e urbanas que detivessem bosques e árvores.

 

OBJETIVO   

O projeto de criação da Trilha das Orquídeas teve como objetivos, inserir o município na Rota Turística do Yucumã; proporcionar aos visitantes um local aprazível para observação de árvores nativas, orquídeas e outras flores; desenvolver o turismo local inserido no Regional; proporcionar visita aos pontos históricos do município (Cemitério dos Degolados, Grito do Quinzote, Fazenda da Cascata local da 1ª hidroelétrica do município); transformar a Estância de Rodeios em um local de beleza contemplativa, inédito na região, atraindo turistas que apreciem a natureza; estimular a criação de jardins e bosques nas propriedades, incluindo-os no roteiro de visitação como estímulo às agroindústrias familiares.

 

O QUE FOI DESENVOLVIDO

 Ainda em 1999, foi posto em prática o projeto Trilha das Orquídeas, com plantio de 600 mudas num primeiro momento, e 500 mudas alguns meses depois. Também, seguindo o projeto, foram demarcados os pontos principais entre Santo Augusto e o Salto do Yucumã, e a seguir organizada e realizada uma cavalgada composta de 15 cavalarianos e 10 veículos de apoio que saiu de Santo Augusto no dia 10 de janeiro de 2000, passando por Coronel Bicaco, Redentora, Miraguaí, Tenentes Portela e Derrubadas, até chegar ao Salto do Yucumã cinco dias depois. Outras metas eram estabelecidas, inclusive a continuidade do plantio de orquídeas e flores, uma exposição de orquídeas, contudo, apesar da excelência da iniciativa, o projeto pairou no tempo.

 

PROMESSAS DE CAMPANHA

Não se trata de cobrança, até porque são apenas 13 dias no governo. Mas a “inclusão efetiva de Santo Augusto na Rota Turística do Yucumã” e a “Retomada do projeto Trilha das Orquídeas” no Plano de Governo do então candidato e hoje prefeito Dr. Naldo, não deve e não pode ficar como meras promessas de campanha. Creio que não fique só em promessa, até porque foi no governo dele (97/2000) que esses projetos nasceram e deram alguns passos importantes no setor turístico local e regional.

 

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