PROTESTO: CURITIBA (BRASIL), 26/05/2019.- Manifestantes protestam em frente a praça Santos Andrade em apoio ao Governo Bolsonaro; Curitiba (Brasil). Foto: Hedeson Alves/Gazeta do Povo

O General Heleno (Augusto Heleno Ribeiro Pereira), um dos mais respeitados oficiais dentro do Exército, foi muito claro ao dizer que não vai aceitar casuísmos e acertos que possam invalidar a Operação Lava Jato. Diante disso, longe de qualquer apologia ao golpe, merece reflexão o ambiente explosivo criado, somado à insatisfação popular reinante no país. É preocupante ver nas redes sociais menções ao Artigo 142 da Constituição, último recurso para restabelecer a ordem, caso os bandidos que foram pegos pela Operação Lava Jato e seus auxiliares continuem com seus esquemas para reviverem seus roubos e privilégios, que sempre foram acobertados em perversa e vergonhosa impunidade. Quem brinca com fogo pode se queimar. O Exército não vai permitir que bandidos saiam impunes! Aquela dupla de mentirosos não vai mais cometer Fakes, mentiras, artimanhas para tentar tirar o maior ladrão do mundo da cadeia e terminar com a Operação Lava Jato. Acredita-se que a manifestação popular por todo o Brasil prevista para este domingo, dia 30 de junho, poderá e deverá mostrar que a Lava Jato está mais forte do que nunca, que a Lava Jato vai continuar.

Inversão de valores

No dia 20, quinta-feira da semana passada, dirigindo-se aos brasileiros e brasileiras de bem, o General Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, em mensagem distribuída via Facebook, referiu ao depoimento do ministro Sérgio Moro no dia anterior no Senado Federal, afirmando considerar como mais um triste capítulo da História do Brasil. Na mensagem Heleno defendeu o ex-juiz da Lava Jato e comparou a audiência com senadores à uma inquisição. Governado por mais de vinte anos por uma verdadeira quadrilha, o País foi vítima de um gigantesco desvio de recursos, que envolveu grandes empresas privadas e estatais, fundos de pensão, governantes e políticos em todos os níveis. Alguns protagonistas desse criminoso projeto de poder e enriquecimento ilícito participaram, com a cara mais lavada do mundo, dessa inquisição ao ministro Sérgio Moro. Uma total inversão de valores colocou um herói nacional, que decidiu enfrentar essa máfia, colocar na cadeia os marginais e recuperar boa parte do que foi subtraído de todos nós, frente a frente com investigados e condenados pela Lava Jato. O brilhante desempenho do Ministro, colocando seus pretensos detratores no devido lugar, fortaleceu a certeza de que um novo Brasil está surgindo. Uma das metas do governo Bolsonaro é resgatar, por exemplo, os valores básicos da cidadania. Estamos juntos, brasileiros e brasileiras de bem. Não esmoreçam. Força, coragem e fé. Brasil acima de tudo, concluiu o general.

Aliás

Não se trata de defender governo, se trata de defender o Brasil e os brasileiros da ladroeira. O bem vencerá o mal. A trama de Gilmar Mendes fracassou na última terça-feira (25) quando, por 3 x 2 para o Brasil contra a maior Organização Criminosa da história, o STF decidiu manter o Lula preso.

Conspiradores frustrados

A defesa do ex-presidente presidiário acusa Moro de parcialidade ao condenar Lula e assumir um cargo depois no primeiro escalão do governo Bolsonaro. Advogados do corrupto acusam o ex-juiz da Lava Jato de “parcialidade” e de agir com “motivação política” ao condená-lo no caso do tríplex e assumir depois um cargo no governo. Apesar do processo que traz essas alegações ter sido apresentado ao Supremo no ano passado, a defesa de Lula incluiu na ação conteúdo de mensagens trocadas entre Moro enquanto era magistrado com procuradores da força-tarefa da Lava Jato, divulgadas pelo site The Intercept Brasil, responsável por uma conspiração internacional para libertar o corrupto, liderada pelo americano Glenn Greenwald. As conversas, segundo o site, sugerem que o então juiz orientou investigações da operação. Sérgio Moro, porém, tem afirmado não ser possível garantir a autenticidade das mensagens, pois apagou o aplicativo usado na época e não tem mais os registros. Ele nega também qualquer atitude ilegal. Afinal, qual a legitimidade desses vazamentos? Conspiração!!!

Audiência com criminoso na Câmara?

Na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, nesta terça-feira (25), os deputados da esquerda, principalmente do PT, PCdoB e PSOL, quase todos envolvidos nos esquemas de corrupção da era PT, prepararam uma encenação para paparicar o criminoso Glenn Greenwald. Um bando de parlamentares implicados com denúncias de corrupção, afagando um gângster travestido de jornalista. Um lamentável e deprimente espetáculo. Até surgir Filipe Barros, do PSL. Antes de iniciar a formular suas perguntas, o deputado ressaltou a importância da Lava Jato no combate à criminalidade e a corrupção e fez questão de ressaltar que ali, naquele plenário, estavam sentados alguns réus da operação, que justamente por isso, essas pessoas ignoravam os casos gravíssimos investigados. Glenn não foi capaz de responder a nenhuma das perguntas de Filipe. O gringo mostrou a sua fraqueza moral e a inconsistência do material hackeado. (Jornal da Cidade Online)