COLUNA: Brigada Militar 188 anos – Polícia Civil 184 anos – Semana da Paz – Marcos históricos abandonados

Brigada Militar 188 anos

No dia 18 de novembro, terça-feira da semana passada, a Brigada Militar comemorou seus 188 anos de criação. Nascida em plena Revolução Farroupilha, em 1837, a Brigada Militar é a força de segurança pública que tem por função o policiamento ostensivo. Diferentemente dos demais estados brasileiros, o Rio Grande do Sul é o único em que a polícia militar é denominada “Brigada Militar”. Ao longo dos anos a BM foi buscando e conseguindo avanços, chegando aos seus 188 anos como uma polícia prestadora de serviços à comunidade, interagindo com todos os segmentos sociais, prestando serviço público essencial e reconhecido pela sociedade gaúcha. Contudo, apesar dos avanços, devido às más gestões de sucessivos governos, a Brigada Militar se definhou no tocante ao efetivo humano, de modo a prejudicar a sua função precípua que é o policiamento ostensivo preventivo.

Polícia Civil 184 anos

Já no dia 03 de dezembro, quarta-feira da próxima semana, a Polícia Civil, nascida como uma necessidade social, vai comemorar seus 184 anos de existência. Entre as suas atribuições, a polícia civil tem como missão a investigação criminal, apurar infrações penais, coletar provas, identificar e prender criminosos, e subsidiar o Poder Judiciário para a aplicação da justiça. Enquanto a Polícia Militar foca na prevenção, a Civil age após o crime acontecer, investigando e reunindo evidências para elucidar os fatos. Compete, ainda, à polícia civil colaborar para a convivência harmônica da sociedade respeitando a dignidade da pessoa humana, além de proteger direitos coletivos e individuais. Enfim, “Servir e Proteger”, é o seu lema.

Para refletir

O que dizer de um policial? Pode-se dizer que é aquele que é julgado pela sociedade em que vive, até por aqueles que não sabem o valor desses heróis da vida real. Nem todos param para pensar que um policial também tem família que ele ama, assim como você também ama a sua família. As pessoas que julgam um policial esquecem que ele também é um ser humano e, assim como as demais pessoas, ele também tem defeitos, erra, sofre, chora, ama, aprende, ensina, enfim, tem sentimentos. O policial é aquele que vive o seu dia a dia em uma busca implacável contra o crime, contra a violência. Contra aquele que fez alguém sofrer, que mutilou uma família, que matou, que sequestrou, que roubou, que estuprou.

O policial é aquele que quando acerta ninguém vê, mas quando erra ninguém esquece, é aquele que em noites de temporal, de frio, na data do aniversário em família, dia de festas natalinas, abandona sua casa, sua esposa e seus filhos, para servir e proteger as pessoas e a sociedade aflita, colocando em risco a sua própria vida. Pense nisso!

Semana da Paz

Em meio às comemorações das instituições de segurança pública, é fundamental dedicarmos um momento de reflexão sobre a Semana da Paz. Esse período, celebrado em diversas cidades brasileiras, tem como objetivo promover o respeito, a empatia e a valorização da convivência harmoniosa entre cidadãos. Durante a Semana da Paz são realizadas ações educativas, palestras e campanhas que buscam conscientizar a sociedade sobre a importância da tolerância, do diálogo e da solidariedade, reforçando que a verdadeira segurança nasce do respeito mútuo e da construção coletiva de ambientes mais justos e pacíficos. É necessário que cada um de nós possa ser um agente de paz no cotidiano, colaborando para uma comunidade mais acolhedora e segura.

Paz em Casa

Municípios de todo o Brasil vem promovendo a Semana da Paz em Casa por meio de uma série de atividades educativas, campanhas de conscientização e ações comunitárias voltadas tanto para o combate à violência doméstica quanto para o fortalecimento dos laços familiares, comunitários e a rede de proteção à mulher. A ação mobiliza o Poder Judiciário, órgãos públicos e entidades civis na realização de campanhas educativas que visam conscientizar a sociedade sobre a importância do respeito e da tolerância no ambiente familiar. A Semana da Paz em Casa incentiva a participação da comunidade em atividades como palestras, rodas de conversa e oficinas, que promovem o diálogo e a construção de relações saudáveis dentro dos lares.

Marcos históricos

A Lei Municipal nº 844, de 25 de maio de 1989, sancionada pelo então prefeito e hoje deputado federal, Darci Pompeo de Mattos, instituiu como “Marcos Históricos” do município de Santo Augusto: o Cemitério dos Degolados; o Grito do Quinzote; a Sepultura do Primeiro Professor de Santo Augusto; e a Usina da Fazenda da Cascata.

Apesar do reconhecimento oficial dos “Marcos Históricos”, é notório que eles foram deixados no esquecimento e carecem de valorização. A falta de manutenção adequada, sinalização inexistente e ausência de políticas públicas contínuas de preservação contribuem para que esses locais, repletos de significado para a memória coletiva do município, acabem relegados ao abandono.

A propósito

Os marcos históricos são fundamentais não apenas para resgatar e preservar a história local, mas também para fortalecer a identidade cultural e educar as novas gerações sobre acontecimentos que moldaram Santo Augusto. A negligência com esses patrimônios revela um distanciamento entre a legislação e a efetiva ação do poder público para reverter o quadro de abandono e transformar esses espaços em verdadeiros pontos de referência e orgulho para a população. O único dos marcos históricos a receber atenção foi o Cemitério dos Degolados que há 11 anos passou por remodelação, mas logo abandonado de novo.

 Pesquisa

O deputado federal Luciano Zucco (PL) aparece numericamente à frente em quatro dos cinco cenários testados para a disputa ao governo do estado do Rio Grande do Sul. É o que aponta a pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada terça-feira (25). No primeiro cenário, Zucco aparece com 27% das intenções de voto. Em seguida, surge Juliana Brizola (PDT) e Edegar Pretto (PT), empatados com 21%. Gabriel Souza (MDB) registra 13%. Covatti Filho (PP) tem 3% e Paula Mascarenhas (PSDB), 2%. Outros disseram que votariam nulo ou em branco, e 7% não souberam ou não responderam. O levantamento ouviu 1.200 eleitores do estado entre os dias 21 e 24 de novembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

 

 

 

Categorias

Categorias

Arquivos

Arquivos