inferno de Bernardo\

 

Numa gravação em que o pai do menino Bernardo telefonou para uma emissora para comunicar o desaparecimento de seu filho de 11 anos, ele se referia ao filho com “esse menino”, revelando desde já o desprezo que devotava ao garoto. Tinha de dizer “meu filho” e não este menino.

Quanto sofreu este menino durante anos nas mãos de seus algozes, madrasta e o pai! Quanto sofreu!

A maldade humana não tem limites. E muitas autoridades e pessoas investidas de mandato cautelar devem estar arrependidas de não terem intervindo a tempo naquela família, afastando o menino daquele inferno a que estava submetido.

Comentários (3)

  • Gabriel diz:18 de abril de 2014

    Por mais que as autoridades policial e judicial envolvidas tenham tentado “tirar o corpo fora” em suas entrevistas, não assumindo suas responsabilidades, é óbvio que falharam e foi falha foi grave. E, na minha opinião, é exatamente pelas razões que o blogueiro aponta: às vezes, surpreendemo-nos com o tamanho da maldade ou da insanidade humana. Não parece possível que pessoas com ocupações rentáveis, com formação de nível superior cometam atos desta natureza. Mas, a meu ver, somente o fizeram porque tinham a certeza de que não seriam descobertos, o que faz crer que, de fato, a morte da mãe do menino tenha igualmente ocorrido por homicídio não-descoberto (mal investigado?!).

  • Francisco diz:18 de abril de 2014

    Prezado Pablo, “A maldade humana não tem limites”…………é verdade e se adapta muito bem ao Século XXI, as Guerras Mundiais estão sendo substituídas pelas “Guerras Urbanas”, onde o clima de anarquia se expande pelo Mundo! A Falência das Instituições Democráticas, onde os “filósofos” do Caos, tentam explicar como “Falta de estrutura Social e familiar, onde o cidadão economicamente inviável se vinga da Sociedade que não lhe deu oportunidades”. Esta afirmação simplista faz o “orgasmo” dos políticos” , que em seus espaços midiáticos, dizem que irão resolver todas as mazelas da Sociedade. Só a sensação de impunidade ao praticar tamanha monstruosidades, pode explicar esta insanidade de pessoas com educação universitária e projeção Social. O Advogado de defesa, irá elaborar a defesa do indefensável, alegando motivos que tentarão atenuar a pena destes monstros. O que mais me preocupa é que todo o dia, compartilhamos as ruas, o ambiente de trabalho, os locais de lazer, com possíveis”degenerados”, com aparência respeitável, que podem praticar os atos de violência mais devastadores; é “estar no local errado na hora errada”, seja assistindo a um filme no cinema ou, numa discussão banal no transito! É , Pablo, “A violência não tem limites”, mas o que fazer para se proteger? Se “manter isolado em casa com grades e alarme”; “se armar para proteção pessoal” ou……….” procurar a polícia e a justiça, para resolver a situação”? Talvez essa última seja a pior de todas! Um abraço.

  • Flavio diz:19 de abril de 2014

    Comentários até o momento bem de acordo com a realidade.
    Mas, nós, por sermos seres humanos pensantes temos condições de entender toda essa barbárie? – eu não consigo – se alguém conseguir tente explicar.
    Somos seres que, por natureza compartilhamos, ajudamos sempre que possível nosso próximo.
    Vivemos hoje, no mundo das adversidades, então tentemos entender e não resolvê-las de forma que não combina com o ser humano que sempre gosta de ver mais seres humanos ao nosso redor, não é matando que vamos resolver as mazelas de nossa sociedade.