Rodovia ERS-155

Já em final de governo, novembro de 2010, a então governadora Yeda Crusius autorizou a imediata reforma geral da ERS-155. Logo após assumir o governo, em fevereiro de 2011, Tarso anunciou através da Secretaria de Infraestrutura e Logística que o Estado iria honrar os compromissos de Yeda já empenhados, estando incluída a 155. Estamos entrando no último ano do governo Tarso Genro e nada da dita reforma, nem da ERS-155 e nem das demais prometidas para a região. Manifestações populares, bloqueio da estrada, reivindicações de parlamentares e de prefeitos não faltaram, e a resposta, “pasmem”, era de que o Estado tem recursos e que em breve as obras se iniciariam. Que nada, só conversa. Enquanto isso, devido ao mau estado da rodovia, os acidentes são frequentes, causando danos de toda ordem, tanto pessoal como patrimonial.

 

Caminhódromo – de novo?

É, me tornei repetitivo, faz anos que volta e meia toco no assunto. Mas, tenho absoluta certeza que o vice-prefeito Dr. Naldo Wiegert não esqueceu a problemática. Até porque quando vereador, por várias vezes ele cobrou providências do então prefeito sobre a reforma do caminhódromo, inclusive, na sessão do legislativo do dia 05.12.2011, “ao denunciar a falta de conservação e más condições do caminhódromo junto à Avenida Pedro Campos, ele enfatizou que a pista estava deteriorada, bocas de lobo trancadas, máquinas e caminhões retiravam terra à margem passando por cima do meio fio e do próprio caminhódromo em total desrespeito ao bem público”. No início deste ano, já como vice-prefeito, Dr. Naldo anunciou publicamente a solução em curto prazo. Há três ou quatro meses, ele disse ao colunista que o projeto estava pronto e os recursos garantidos. E nada! O que está faltando? Atitude? Sabe-se que as demandas são muitas e prioridades são eleitas, mas o caminhódromo também é um compromisso assumido. 

 

Seja prudente no trânsito

Nesta época, muita gente viaja para passar as festas de final de ano com familiares. Todos sabem que o trânsito é algo preocupante. Milhares de pessoas morrem todos os anos por causa da imprudência de motoristas. Como evitar? É só dirigir de acordo com as leis do trânsito. Eis algumas dicas: use o cinto de segurança, respeite a sinalização, não exceda o limite de velocidade, faça ultrapassagem somente em lugar seguro, dirija sempre defensivamente, esteja atento aos pedestres, nunca viaje sem antes fazer uma revisão em seu carro, parte mecânica, pneus, faróis e toda parte elétrica.

 

Mau exemplo

Na família, tem-se que os pais são exemplos para os filhos. Na sociedade como um todo, pela lógica, os exemplos para a população seriam as lideranças comunitárias e as autoridades em geral. Mas, já imaginou se aqui no nosso “torrão amado” fôssemos ter certas lideranças políticas como exemplos? Que tragédia! Maus exemplos não faltam. Ainda bem que nosso povo brasileiro é de boa índole, e a imensa maioria dotada de relativo discernimento. Um dos mais recentes “maus exemplos vindo do andar de cima” foi protagonizado pela própria presidente da República, Dilma Rousseff que, em Porto Alegre, na semana passada, infringiu a lei de trânsito quando, no banco traseiro do carro oficial, levou no colo o neto de três anos, ao invés de colocá-lo na cadeirinha apropriada, conforme determina a lei. Foi um péssimo exemplo, mas ela pediu desculpas do erro, dando a entender que, “se pedir desculpas está tudo bem”. Aliás, qual o político petista que respeita a lei? São chegados a avacalhar com o que é legal…

 

O falso prazer das drogas

Cresce sem parar o número de usuários de drogas em todas as cidades e rincões do Rio Grande e do Brasil. Virou epidemia. A dependência química mata física e mentalmente o indivíduo, induzido pelo falso prazer de consumir drogas. Mas o problema não é só do usuário, ele leva consigo entes queridos para a desgraça, fazendo-as vítimas de sua insanidade, e como consequência, também, o aumento do índice de criminalidade. Ao lado do viciado estão sua família e seus amigos, porém, indefesos e impotentes. A polícia, por sua vez, faz sua parte no combate ao tráfico e seus reflexos, mas enquanto houver descaso da família, da sociedade e do poder público, não há como pensar em minimizar a situação, porque o consumidor é o sustentáculo do traficante. Pense nisso!