Foguetório

No “a propósito” da coluna “Fatos em Foco”, inserida na página 3, do jornal O Celeiro, edição de 11.10.2013, e postado neste site, questionei: Saiu do bolso de quem o dinheiro que pagou o foguetório de terça-feira festejando a aprovação do projeto do hospital, pela Assembleia Legislativa? Não demorou o médico e vice-prefeito Naldo Wiegert telefonou ao colunista informando ter sido dele a iniciativa e também de que foi do seu bolso que saiu o dinheiro para pagar os rojões usados no foguetório. Naldo disse que não se conteve, e a alegria foi tanta ao ser informado da aprovação do projeto que não titubeou, telefonou para a loja e mandou providenciar imediatamente a salva de fogos. Portanto, está esclarecido. Não foi o hospital e nem a prefeitura que pagou o foguetório.

 

A preferência seria o SOMASA

Apesar de estar festejando a conquista de o Hospital Bom Pastor estar sendo repassado pelo Estado do Rio Grande do Sul ao município de Santo Augusto, o Dr. Naldo Wiegert disse lamentar que o município tenha deixado de comprar, em 2008, o prédio (com excelente estrutura) do antigo Hospital SOMASA. Aliás, naquela época era possível adquirir o prédio pelo irrisório valor, se assim se pode dizer, de R$ 400 mil. Na ocasião foram misturadas muitas demandas administrativas com especulações políticas em cima do assunto. Todo mundo palpitava, metia o bedelho, sem nenhuma contribuição útil. Naldo diz que mantém sua posição de que, se tivesse adquirido o prédio do Somasa naquela época, o município estaria com grande parte da demanda que ainda hoje se busca, perfeitamente resolvida. Mas há sinais de mudança de comportamento quando o interesse é coletivo. Basta ver o conjunto de esforços nos últimos tempos, em torno do hospital Bom Pastor, administração municipal, parlamentares de oposição e situação, governo e órgãos públicos estaduais juntos, imbuídos no mesmo propósito.

 

UTAR

Quanto a Usina de Tratamento de Resíduos Sólidos – Utar, o vice-prefeito Naldo refere que o processo de reconstrução está em andamento, e que a lentidão se deve aos trâmites que a legislação ambiental e também as licitatórias impõe, e que, mesmo tendo sido assinado no último dia 7, o contrato para a elaboração de projeto de recuperação da UTAR, a empresa contratada terá prazo de 120 dias para a entrega dos projetos à administração municipal, ou seja, vai lá para o início ou meados de fevereiro de 2014. Só a partir daí é que se iniciará a recuperação física, propriamente dita, da Usina.